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Helga Szmuk
Phoenix
Os sacerdotes
de Heliópolis identificaram a reaparição do pássaro com a
primeira luz do dia. Heliópolis significa "cidade do sol",
o "lar do deus do sol". O sinal
de ordem é a vida
do mundo futuro. Em Metamorphosis, o poeta romano Ovideo: o pequeno Phoenix se levanta do peito de seu antecessor, outra vez na Renascença, ressurreição do Phoenix, depois de 540 anos. O ciclo de regeneração, o intervalo de tempo que leva para os 5 planetas, a lua e o sol estarem na mesma posição outra vez. Phoenix foi associado à reciclagem desde o século 8 antes de Cristo. Um sacerdote da Babilônia, Berosus, no século 3 antes de Cristo, achou que os gregos adquiriram o conceito cíclico do cosmos da Mesopotâmia e foi transmitido para o Mediterrâneo.
O
poeta romano Martial, no século 1,
comparou o renascimento de Roma ao Pássaro Phoenix. A
metamorfose de Phoenix é o renascimento
diário do sol no leste e a morte no oeste. O sol levanta
na Arábia e Phoenix atravessa o céu e é exterminado no oeste.
William Sheakespeare e Lord Byron imortalizaram o Phoenix; Igor
Stravinsky, em O Pássaro de Fogo, também. Infelizmente, muito
da literatura antiga sobre Phoenix foi perdido na Biblioteca da
Alexandria, que nunca mais foi recuperada e não se levantou da cinzas.
Texto
de
Helga
Szmuk, astrônoma amadora
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