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Helga Szmuk
Na constelação de Taurus, a luz diminuiu mas os restos da supernova ficaram e 700 anos mais tarde, em 1758, Charles Messier procurando cometas achou a nebulosa que tem o nome M1: a nebulosa do Caranguejo. Mas Messier não viu a estrela no meio da nebulosa, o resto da gigante. É muito difícil achar a pequena estrela que pulsa 30 vezes por segundo, com magnitude 16.
Texto de Helga Szmuk, astrônoma amadora
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