Helga Szmuk

NM1 - NEBULOSA CARANGUEJO


 

M1- nebulosa do Caranguejo
No ano 5500 AC, uma estrela gigante morreu e explodiu como supernova
. 6500 anos depois, a luz da explosão alcançou a terra e foi visível no ano 1054, sendo registrada pelos chineses que descreveram o evento como uma estrela nova nunca antes vista.

Na constelação de Taurus, a luz diminuiu mas os restos da supernova ficaram e 700 anos mais tarde, em 1758, Charles Messier procurando cometas achou a nebulosa que tem o nome M1: a nebulosa do Caranguejo. Mas Messier não viu a estrela no meio da nebulosa, o resto da gigante.  É muito difícil achar a pequena estrela que pulsa 30 vezes por segundo, com magnitude 16.



 

Texto de Helga Szmuk, astrônoma amadora

 

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