Ano 18 - Semana 877


 

 

    10 de abril, 2014
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Leon Frejda Szklarowsky


PESSACH

A vida é o bem mais precioso do ser humano, mas a vida sem liberdade 
não tem qualquer significado, nem dignidade.
       

E os filhos de Israel foram submetidos ao trabalho escravo no Egito, que os odiava e os insultava. Entretanto, bem mais tarde a vida errante e miserável do deserto fê-los esquecerem-se da extremada servidão, da tristeza e da desgraça, para sonharem e desejarem a mesa farta de carnes, pão, peixes e pepinos e melões que comiam, de graça no Egito da escravidão, que ficara para trás.

E começa a marcha nômade, com MOISÉS, que duraria quarenta anos, atravessando o deserto, pelo caminho das minas, mas nenhum daqueles que empreendera a fuga da escravidão entraria na Terra Prometida, nem mesmo seu condutor. Mas o povo judeu saiu de MISRAIM e atingiu a Terra do leite e do mel. E forma-se aquela que seria a grande nação! E o Êxodo do Egito transformou aquela pequena família em uma nação dura, forte e livre.

PESSACH é a festa da libertação de um povo que ofertaria a toda humanidade os DEZ MANDAMENTOS que ecoariam para todo o sempre como uma dádiva e o facho de luz a iluminar o caminho dos seres humanos.

PESSACH é a lembrança mais triste de um povo de escravos, mas também um marco na sua história, quando conquista sua liberdade e recebe a Lei.

E assim é o judeu, forte, lutador, livre, inteligente, bom e humilde, um descendente de bravos e heróicos hebreus.

E assim em PESSACH, no dia 14 de NISSAN, comemora o povo judeu sua libertação, marcando para todo o sempre seu espírito.
 

"Quando o Eterno trouxer do cativeiro os que voltarão a TSION,
eles estarão como os que sonham..." ( SHIR HAMAALOT, BESHUV ).

CHAG SAMEACH PESSACH



Leon Szkalarowsky, in menoriam
Editado, inicialmente, em abril, 1997.

 

Direção
IRENE SERRA
irene@riototal.com.br