Ano 9 - Semana 447

 



 

 

     22 de outubro, 2005
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Antonio Carlos da Costa Coelho
 

O Espírito de Deus na Tradição Judaica

...e o meu espírito permanecerá entre vós. Ag 2:5


Em poucas linhas, tratar de um tema como este é difícil. Mesmo assim arrisco. Tomarei os termos usados que fazem referência ao Espírito de Deus e o modo com que a literatura judaica os interpretou. Proponho-me a fazer uma exposição de alguns dos aspectos da visão judaica sobre o "Espírito", evitando estabelecer uma relação ou usar critérios que são próprios do cristianismo, sobre o Espírito Santo. Para isso, terei por base citações da Torá (Pentateuco) e dos comentários rabínicos da Escritura, anterior à destruição do Templo (ano 70) e posterior, até a Idade Média.

O termo "espírito" assume na literatura judaica diversos sentidos, variando com o texto e com o pretexto de seus autores. Mesmo que a tradição judaica interprete a Torá como uma obra unitária, sem emendas, as interpretações feitas pelos mestres permitem-nos compreender o desenvolvimento do termo "espírito" no decorrer da história do povo judeu até os dias atuais. Tais interpretações, mesmo feitas há mais de dez séculos, revelam a sua atualidade e permanência da Palavra na na judaica. No Testamento Judaico (Antigo Testamento) e nos escritos rabínicos, o termo Ruach haKodesh, Espírito Santo (ou Espírito de Deus), foi pouco usado. Usou-se mais o termo ruach, vento, sopro, hálito, fazendo referência ao dom da vida, como um indicativo da origem divina da vida. Outro termo usado é Bat Kol, Filha da Voz, ou apenas Kol, a Voz
(1), isto é, a Voz de Deus. E também Shechiná, Divina Presença. Este termo foi usado, possivelmente, pela primeira vez, no Targum (tradução) de Onkelos. Na literatura rabínica substituiu as formas antropomórficas da Escritura que expressavam a presença ou a "interferência" de Deus. Logo no princípio da Torá, aparece o termo ruach no sentido de "vento"e "espírito". O conceito religioso judaico de ruach está relacionado com o "hálito", hálito de Deus. Deus enche o universo com o seu hálito de vida, assim, todas as criaturas ganharam vida a partir da vontade do Criador. Ele é fonte de toda a vida. Entre as criaturas e Criador há uma relação de dependência e profunda intimidade: Então IHWH Deus modelou o homem com a argila do solo, insuflou em suas narinas um hálito de vida e o homem se tornou um ser vivente Gn 2:7.

Desta narrativa muitos são os ensinamentos rabínicos. Tomemos aqui três deles:
(i) Deus criou o primeiro homem, o homem original (Adam Kadmon) do pó da terra. Para isso Ele pegou pó dos quatro cantos da terra, estabelecendo assim, a universalidade do ser humano.

(ii) Num outro comentário, Deus, ao moldar o homem, usou terra tirada do local onde seria mais tarde construído o altar do Templo(2). Com isto pode-se deduzir o caráter de santidade atribuído ao homem, conceito que se reforçou com a destruição do Templo, daí podem os rabinos afirmar que a destruição do ser humano é comparável à destruição do Templo, tal o grau de santidade atribuído a ele. Com a inexistência do altar, os sacrifícios passaram à própria vida individual e comunitária do povo judeu.

(iii) Deus modelou pó da terra e insuflou em suas narinas, ora, para insuflar precisou o Criador curvar-se e soprar nas narinas o hálito da vida, isto acusa uma intimidade única com o homem, aquele que recebeu, de um modo especial, o precioso dom da vida, relação: Foi o espírito de Deus que me fez, e o sopro de Shaddai que me animou. Jo 33:4. O "pó da terra" e o "hálito" , estes dois elementos em equilíbrio são constitutivos da natureza humana: matéria e espírito. Assim, o homem não está limitado às coisas inferiores e efêmeras (terrenas), mas também está destinado à coisas superiores, à eternidade(3). As interpretações judaicas que indicam a universalidade, a santidade e a imortalidade do ser humano, apontam também para a superação das barreiras formais da religião, raça, cultura; aludem para um tempo além, a era messiânica. O espírito santificador, unificador, e que estará presente na redenção. O vento - Deus, soprou do Leste, no deserto, permitindo a fuga dos o hebreus do Egito: ... E IHWH, por um forte vento oriental (4) que soprou toda aquela noite, fez o mar se retirar. Ex 14;21. Este vento foi capaz de operar milagres, de alterar a ordem natural das coisas, o vento fez da providência divina algo audível e visível. É o mesmo ruach que pairou sobre as águas, que soprou na história do dilúvio: ...Deus fez passar um vento sobre a terra e as águas baixaram. Gn 8:1. No comentário de Rashi, este vento é o "espírito de consolação" que afasta o sofrimento, liberta os cativos, e restitui a natureza. É possível então, interpretar a libertação do Egito como uma "nova criação", agora não mais uma criação individual, mas coletiva, é a criação de um povo. Aos hebreus cativos foi lhes restituída a vida. O homem anulado pela escravidão está em estado semelhante ao pó da terra, "inanimado", semelhante ao morto; mas o ruach, hálito vivificador, dá ânimo, vida. Essa vida nova, "soprada" na libertação do Egito encontra sentido na intimidade e no compromisso da Aliança.

No relato bíblico da Revelação no Sinai, a Palavra entra em cena num cenário de força e mistério. A narrativa conduz todos os olhares para o Monte Sagrado. Afinal, é o momento da Revelação, único na história de Israel. A Palavra é a presença de Deus, a voz divina a falar ao povo que estava ao pé do Sinai. Com a Palavra tem início uma relação eterna entre Deus e Israel. Surge, então, um verbo que é fundamental na vida judaica: shemá, ouve. Um imperativo divino que antecede toda Palavra que sai da boca de Deus. Mesmo que o verbo não esteja escrito, é necessário que cada judeu "ouça". Disso depende a vida de Israel, uma vida que foi moldada pela Palavra Criadora, e que todo judeu reconhece. Daí a autoridade da Torá (Pentateuco), dos Profetas, dos Mestres; todos pronunciaram, viveram e ensinaram a Palavra. As interpretações rabínicas do acontecimento no Sinai apontam tanto para o privilégio da escolha de Israel como para o caráter universal da Revelação. As palavras no Sinai foram pronunciadas a toda humanidade, como disse Rabi Yohanan: "A voz partia e dividia-se em setenta vozes, em setenta línguas, para que todos os povos ouvissem-na"(5). Mas a voz era ambivalente, dava vida a uns e matava a outros. Um paradoxo? A voz, espírito divino, é capaz de dar a vida e também matar? Esse trato é dado ao espírito no Antigo Testamento (também no Novo Testamento). Assim como Deus é fonte de vida, conseqüentemente, aquele que dele se afasta, que vai para longe de seu "sopro vital" acaba morrendo. Este morre sufocado pelo distanciamento de Deus e pela fatal opção por outros deuses. Não é possível haver vida longe de Deus, uma idéia que tão é judaica quanto cristã. O Espírito/Palavra de Deus é verdade e vida, longe: onde não há verdade, também não há possibilidade de existência. "... o meu espírito está sobre ti e as minhas palavras que pus na tua boca não se afastarão dela, nem da dos teus filhos...".(Is.59:21).

Os profetas "abriam a boca e falavam" a Palavra de Deus, da Torá. Diferentemente de Moisés, aprendiam a Palavra através dos anjos, de sonhos, mas nunca a captavam diretamente de Deus. Isto só coube a Moisés Eles não falavam quando tinham vontade, mas somente quando, em estado de concentração, vibrantes ou em profunda solidão, eram capazes de profetizar(6). Conforme os ensinamentos judaicos Moisés foi o único a falar com Deus face face(7), boca a boca (8). Só a ele Deus falou sem enigmas. Isto não diminui o poder da Palavra, ao contrário, reforça a sua autenticidade e originalidade que, quando dita pelos profetas, dá a possibilidade do mesmo Espírito falar nas diversas condições da existência humana, de se fazer presente na história de Israel através dos ensinamento de seus mestres.

Os autores bíblicos ao se referirem ao Espírito, à Divina Presença à atuação de Deus... expressaram-se muitas das vezes, com termos antropomórficos. Esses termos foram substituídos pelos rabinos a partir do período do segundo Templo, que em seus ensinamentos, passaram a usar Shechiná que, longe do antropomorfismo, determinava a presença de Deus no meio do povo de Israel. O termo Espírito Santo é uma expressão adotada pelos cristãos que aparece nos escritos anteriores à ruptura entre o cristianismo e o judaísmo. Shechiná, então, substituindo Espírito Santo cristão, passou a significar a Presença Divina no meio do povo judeu. A existência de dois termos, um cristão e outro judaico, indicam uma interpretação exclusivista, que deu origem a uma "apropriação" por uma parte, e conseqüente "desapropriação" da outra, isto é, numa interpretação cristã, o Espírito, por castigo, estava afastado dos judeus e somente presente entre aqueles que aceitaram a "nova" Aliança. Da parte judaica, a Shechiná, passava, com ela, uma expressão da perenidade da Aliança com Israel. Tal exclusivismo foi alimento para uma história trágica entre os dois credos. A palavra Shechiná significa literalmente "habitar", deriva do verbo shachan, habitar. O uso do termo significa que "Deus habita no meio do povo". A Shechiná habitava o Templo de Jerusalém, centro da vida nacional, da identidade religiosa do povo judeu; era o coração que pulsava e aninava a todo Israel. Como o hálito divino de em Adão, ânima, assim era o Espírito no corpo da comunidade. No texto bíblico, Deus manifesta o desejo de "habitar", de permanecer entre os filhos de Israel: Faze-me um santuário, para que eu possa habitar no meio deles (Ex 25:8).

Portanto, Shechiná não é um termo indicativo de uma simples presença, miais do que isso, a sua presença está condicionada a uma intimidade mútua que reflete o caráter da Aliança, "um matrimônio", entre Deus, que deseja estar no meio dos filhos de Israel, e Israel que deseja a Sua presença. Os tanaítas9 apresentaram o termo Shechiná em referência à manifestação do Senhor e à sua proximidade ao homem: Pois IHWH teu Deus anda pelo acampamento para te proteger e para entregar-te os inimigos (Dt 23:15); Porei no vosso íntimo o meu espírito e fareis com que andeis nos meus estatutos e guardeis as minhas normas e as pratiqueis (Ez 36:27); Habitarei no meio dos filhos de Israel e serei o seu Deus (Ex 29:45); A Shechiná refere-se especialmente a "habitação", uma presença ativa de Deus entre israel, na Terra de Israel e no Templo de Jerusalém. Sobre Ex 29:42, Rashi faz o seguinte comentário: DE CONTINUIDADE (CONTÍNUO). De dia em dia, não haverá uma interrupção de um dia entre eles. ME ENCONTRAREI CONVOSCO. Quando eu fixar um prazo para falar a ti. Ali fixarei para vir (Shechiná)...o Divino, abençoado seja Ele falava com Moisés desde que foi erguido do Tabernáculo...10. O Tabernáculo, futuro Templo em Jerusalém, é comparado ao salão real onde o rei dirige sua palavra aos súditos. E ME ENCONTRAREI LÁ (Ex 29:43) Me encontrarei com eles com fala, como um rei que fixa um lugar de encontro para falar com os seus servos lá11. No deserto Deus falava com Moisés, mais tarde, em Jerusalém a voz divina vem através da Torá ensinada pelos Profetas e Mestres, conforme está escrito:... de Sion há de sair a Lei, e de Jerusalém, a Palavra de IHWH (Is 2:3) O Targum Jonathan, sobre o Ex 29:43, faz um paralelo com Lev 10:3, trata a Divina Presença como aquela que santifica aquele que dela se aproxima12. Mas, nem todos os estudiosos e comentaristas judeus concordaram com a afirmação de que a Shechiná significa a presença de Deus. Para Iehuda Halevi e Maiomônides ela é uma criação divina que não pode ser identificada com Deus. Já para Nachmanides a Shechiná é um substituto do nome divino usado em contexto especial para determinar a sua proximidade com o homem. Gershon Scholem sustenta que, após um exame de todas as passagens da Escritura referentes a Shechiná, ela não é um atributo divino como poderia sugerir algumas interpretações, também não é hipostasia e não tem existência separada da Divindade13.

O judaísmo não admite qualquer sugestão que possa gerar interpretações dualistas. Shechiná é o termo para designar a presença de daquele que é um. A destruição do Templo no ano 70 da era cristã, marca o exílio da Shechiná ( Shechiná b'Galuta) ou, Deus apartado de Israel. Os Profetas trataram desse afastamento: sempre que há pecado, há sofrimento, há o afastamento da Shechiná, ausência de Deus. A "ausência de Deus" é uma noção criada no momento em que o judaísmo deveria passar por uma transformação radical, longe da Terra de Osrael e de Jerusalém, sofreria um areestruturação tanto em sua organização formal quanto na sua teologia. Há escritos em ques e atribui a destruição do Templo, e conseqüente afastamento da Shechiná, aos pecados cometidos pelos filhos de Israel. Esta "ausência" explicou também os outros trágicos momento da vida do povo judeu, como à insuportável vida na Idade Média, nos Progons e na Shoá (Holocausto). R. Isaac b. Samuel disse em nome de Rab: A noite tenha três vigílias, e em cada vigília o Santo Único, bendito seja Ele, senta-se e ruge como um leão dizendo: Ai dos filhos, por causa de seus pecados Eu destruí minha casa e queimei meu Templo e os exilei entre as nações do mundo14. Neste pequeno texto do Talmud há um detalhe importante: Ai dos filhos, ora, esse "ai" é um lamento, uma dor que também pertence a Deus. Assim como os filhos sofrem a ausência do pai, também o pai sofre por estar ausente. Conforme lemos anteriormente, Deus quer, e faz questão de ser presença em Israel. Então, a Shechiná não se manifesta após a destruição do Templo? Rabi Akiva, século II d.C., oferece uma resposta para esta questão. Ele disse que Deus não se afastou de Israel no exílio após a destruição do Templo. Deus estava igualmente exilado e dividindo com Israel o seu sofrimento. Outros escritores que confirmam esta mesma idéia: Zavdi ben Levi abriu: Deus instala o solitário numa casa (Sl 68:7). Tu verificas que Israel, até ser libertado do Egito, morava de um lado e Shechiná, do outro. Quando Israel foi libertado, tornaram-se um só. E, desde que condenada ao exílio, a Shechiná ficou de novo de seu lado e Israel do seu, como foi escrito: Os rebeldes permanecem no solo árido (Sl 68:7). Por isso está esxcrito: Como está sentada solitária? (Lm 1:1) 15. Então, mesmo na "ausência", há a presença da Shechiná em Israel. A solidão e o sofrimento são sentimentos mútuos. Rabbi Abbahu interpretando o salmo 13:6; "Meu coração exulte com a tua salvação"disse: "...Nós sremos redimidos juntos"16. 3/4 o sofrimento mútuo abrirá as portas da redenção para Deus e Israel. A noção de "prêmio e castigo" que foi sugerida como explicação do conseqüente sofrimento de Israel não é condizente com a experiência religiosa judaica de um Deus amoroso, cheio de misericórdia e compaixão, não se enquadra dentro daquilo que a Escritura hebraica testemunba. Deus não abandona a Aliança feita com os Patriarcas, reiterada no Sinai. Ele, através de Sua Divina Presença, a Shechiná, permanece sempre a té a realização definitiva do projeto de salvação. E, no exílio, onde poderia estar Shechiná? Não há um lugar. Após a destruição do Templo o "lugar", a noção de lugar determinado não existe. Há um "lugar", uma atividade especial, segundo a Mishná, que é o estudo, a oração. Estes são os "locais" da presença divina. Onde estiverem pessoas reunidas, ocupando-se com as palavras da Torá, lá estará a Shechiná. A Torá é compreendida como agente pelo qual se torna possível a imanência de Deus. Através dela Deus está próximo, seu amor é realizável e a comunhão com Ele é possível. Enquanto Israel mantiver sua unidade, um só povo, unido, unido pela consciência de ser povo eleito do Deus, que, por sua vez escolheu livremente ao Deus Único, que se mantém em torno de valores da tradição fundamental na Torá e no Talmud, sempre terá em seu meio a presença unificadora da Shechiná. A permanência histórica da comunidade judaica é, com certeza, a prova de que o espírito consolador, referido por Rashi, é também o espírito da permanência, da unidade, do sustento. Toda tragédia e infâmia experimentada pelo povo judeu não foi o suficiente para derrotar a confiança inabalável de Israel na fiel Presença. O ruach, hálito divino e fonte da vida, a Torá, Palavra revelada, ouvida, guardada, meditada, transmitida, foi e é o novo "lugar" da presença íntima, solidária do Deus que não se cansa, nem se arrepende de caminhar com os filhos de Israel.

NOTAS:

  • 1 Nm 7:89 - os massoretas propositadamente não pontuaram a palavra medaber objetivando minimizar a possibilidade do termo "a Voz " ser interpretada com uma pessoa divina a parte de Deus.

  • 2 Chumash - Bíblia com comentários de Rashi - Bereshit, pág.9, Trejger Editores,1993 São Paulo.

  • 3 id. ibid.

  • 4 vento oriental, isto indica que o vento de Deus parte de uma realidade diferente daquela onde se realização a ação, assim, Deus sai de seu trono celestial para intervir na história de Israel.

  • 5 Êxodo Rabbá,5:9, em Ketterer, E. Remaud, M. O Midraxe, ed. Paulus, S.P, 1996.

  • 6 ben Maimon, Moshe (Maimônides), Mishné Torá - O livro da Sabedoria, pág. 143, ed. Imago,1992, Rio de Janeiro.

  • 7 Ex 33:11

  • 8 Nm 12:8

  • 9 Tanaítas, ou tanaim, termo aramaico que designa os "mestres" cujo os nomes são citados da

  • Mishná ou pertencem a época da Mishná. O período dos tanaítas corresponde ao séc. 1 a.C. ao início do séc. III d.C.

  • 10 Chumash - Bíblia com comentários de Rashi, Êxodo, pág.170, Trejger Editores, 1993, S.Paulo.

  • 11 id. ibid.

  • 12 The Torah, pág. 631, ed. W. Gunther Plaut, 1981, New York.

  • 13 Lodahl, Michel E; Shekhinah Spirit - Divine Presence in Jewish and Christian Religion, pág. 52 Paulist Press, 1992, New York.

  • 14 tratado de Berachot 1:3a

  • 15 Ketterer, E. Remaud,M; Midraxe, pág.49, ed. Paulus,1996, S.Paulo

  • 16 Midrash do Salmo 13

  • Bibliografia:

  • Lodahl, Michel E; Shekhinah Spirit - Divine Presence in Jewish and Christian Religion, Paulist Press, 1992, New York, USA.

  • Chumash - Bíblia, Bereshit, com comentário' de Rashi, Trejger Editores, S. Paulo, 1993.

  • Chumash - Bíblia, Shemot, com comentários de Rashi, Trejger Editores, S. Paulo, 1993.

  • Ausubel, Nathan; Conhecimento Judaico I e II, na Enciclopédia Judaica, ed. A. Koogan, Rio de Janeiro, 1989.

  • Ketterer, E. Remaud, M; O Midraxe, ed. Paulus, S.Paulo, 1996.

  • Torá, A; ed. W. Gunther Plaut, N. York, 1981.

  • Ben Maimon, Moshe (Maimônides); Mishné Torá, O Livro da Sabedoria, ed. Imago, Rio de Janeiro,1992.

  • Bíblia de Jerusalém, ed. Paulinas, S. Paulo, 1981.

 

Fonte: JI - Jornal Israelita do Brasil - Abril/99
Antonio Carlos da Costa Coelho, professor de Ecumenismo e Diálogo Religioso, leciona no Colégio Sion e no Studium Theologicum, presidente do Centro Cultural Brasil-Israel do Paraná, diretor do Instituto de Ciência e Fé.
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Enviado por Leon M.Mayer

 


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