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Antonio Carlos da Costa
Coelho
O ESPÍRITO DE DEUS
NA TRADIÇÃO JUDAICA
...e o meu espírito
permanecerá entre vós. Ag 2:5
Em poucas
linhas, tratar de um tema como este é
difícil. Mesmo assim arrisco. Tomarei os
termos usados que fazem referência ao
Espírito de Deus e o modo com que a
literatura judaica os interpretou.
Proponho-me a fazer uma exposição de alguns
dos aspectos da visão judaica sobre o
"Espírito", evitando estabelecer
uma relação ou usar critérios que são
próprios do cristianismo, sobre o Espírito
Santo. Para isso, terei por base citações
da Torá (Pentateuco) e dos comentários
rabínicos da Escritura, anterior à
destruição do Templo (ano 70) e posterior,
até a Idade Média.
O termo
"espírito" assume na literatura
judaica diversos sentidos, variando com o
texto e com o pretexto de seus autores. Mesmo
que a tradição judaica interprete a Torá
como uma obra unitária, sem emendas, as
interpretações feitas pelos mestres
permitem-nos compreender o desenvolvimento do
termo "espírito" no decorrer da
história do povo judeu até os dias atuais.
Tais interpretações, mesmo feitas há mais
de dez séculos, revelam a sua atualidade e
permanência da Palavra na na judaica. No
Testamento Judaico (Antigo Testamento) e nos
escritos rabínicos, o termo Ruach haKodesh,
Espírito Santo (ou Espírito de Deus), foi
pouco usado. Usou-se mais o termo ruach,
vento, sopro, hálito, fazendo referência ao
dom da vida, como um indicativo da origem
divina da vida. Outro termo usado é Bat Kol,
Filha da Voz, ou apenas Kol, a Voz(1), isto é, a Voz de
Deus. E também Shechiná, Divina Presença.
Este termo foi usado, possivelmente, pela
primeira vez, no Targum (tradução) de
Onkelos. Na literatura rabínica substituiu
as formas antropomórficas da Escritura que
expressavam a presença ou a
"interferência" de Deus. Logo no
princípio da Torá, aparece o termo ruach no
sentido de "vento"e
"espírito". O conceito religioso
judaico de ruach está relacionado com o
"hálito", hálito de Deus. Deus
enche o universo com o seu hálito de vida,
assim, todas as criaturas ganharam vida a
partir da vontade do Criador. Ele é fonte de
toda a vida. Entre as criaturas e Criador há
uma relação de dependência e profunda
intimidade: Então IHWH Deus modelou o
homem com a argila do solo, insuflou em suas
narinas um hálito de vida e o homem se
tornou um ser vivente Gn 2:7.
Desta
narrativa muitos são os ensinamentos
rabínicos. Tomemos aqui três deles:
(i) Deus criou o primeiro homem, o homem
original (Adam Kadmon) do pó da terra. Para
isso Ele pegou pó dos quatro cantos da
terra, estabelecendo assim, a universalidade
do ser humano.
(ii) Num
outro comentário, Deus, ao moldar o homem,
usou terra tirada do local onde seria mais
tarde construído o altar do Templo(2).
Com isto pode-se deduzir o caráter de
santidade atribuído ao homem, conceito que
se reforçou com a destruição do Templo,
daí podem os rabinos afirmar que a
destruição do ser humano é comparável à
destruição do Templo, tal o grau de
santidade atribuído a ele. Com a
inexistência do altar, os sacrifícios
passaram à própria vida individual e
comunitária do povo judeu.
(iii) Deus
modelou pó da terra e insuflou em suas
narinas, ora, para insuflar precisou o
Criador curvar-se e soprar nas narinas o
hálito da vida, isto acusa uma intimidade
única com o homem, aquele que recebeu, de um
modo especial, o precioso dom da vida,
relação: Foi o espírito de Deus que me
fez, e o sopro de Shaddai que me animou.
Jo 33:4. O "pó da terra" e o
"hálito" , estes dois elementos em
equilíbrio são constitutivos da natureza
humana: matéria e espírito. Assim, o homem
não está limitado às coisas inferiores e
efêmeras (terrenas), mas também está
destinado à coisas superiores, à eternidade(3).
As interpretações judaicas que indicam a
universalidade, a santidade e a imortalidade
do ser humano, apontam também para a
superação das barreiras formais da
religião, raça, cultura; aludem para um
tempo além, a era messiânica. O espírito
santificador, unificador, e que estará
presente na redenção. O vento - Deus,
soprou do Leste, no deserto, permitindo a
fuga dos o hebreus do Egito: ... E IHWH,
por um forte vento oriental (4)
que soprou toda aquela noite, fez o mar se
retirar. Ex 14;21. Este vento foi capaz
de operar milagres, de alterar a ordem
natural das coisas, o vento fez da
providência divina algo audível e visível.
É o mesmo ruach que pairou sobre as
águas, que soprou na história do dilúvio:
...Deus fez passar um vento sobre a terra e
as águas baixaram. Gn 8:1. No comentário de
Rashi, este vento é o "espírito de
consolação" que afasta o sofrimento,
liberta os cativos, e restitui a natureza. É
possível então, interpretar a libertação
do Egito como uma "nova criação",
agora não mais uma criação individual, mas
coletiva, é a criação de um povo. Aos
hebreus cativos foi lhes restituída a vida.
O homem anulado pela escravidão está em
estado semelhante ao pó da terra,
"inanimado", semelhante ao morto;
mas o ruach, hálito vivificador, dá ânimo,
vida. Essa vida nova, "soprada" na
libertação do Egito encontra sentido na
intimidade e no compromisso da Aliança.
No relato
bíblico da Revelação no Sinai, a Palavra
entra em cena num cenário de força e
mistério. A narrativa conduz todos os
olhares para o Monte Sagrado. Afinal, é o
momento da Revelação, único na história
de Israel. A Palavra é a presença de Deus,
a voz divina a falar ao povo que estava ao
pé do Sinai. Com a Palavra tem início uma
relação eterna entre Deus e Israel. Surge,
então, um verbo que é fundamental na vida
judaica: shemá, ouve. Um imperativo
divino que antecede toda Palavra que sai da
boca de Deus. Mesmo que o verbo não esteja
escrito, é necessário que cada judeu
"ouça". Disso depende a vida de
Israel, uma vida que foi moldada pela Palavra
Criadora, e que todo judeu reconhece. Daí a
autoridade da Torá (Pentateuco), dos
Profetas, dos Mestres; todos pronunciaram,
viveram e ensinaram a Palavra. As
interpretações rabínicas do acontecimento
no Sinai apontam tanto para o privilégio da
escolha de Israel como para o caráter
universal da Revelação. As palavras no
Sinai foram pronunciadas a toda humanidade,
como disse Rabi Yohanan: "A voz partia e
dividia-se em setenta vozes, em setenta
línguas, para que todos os povos
ouvissem-na"(5). Mas a voz
era ambivalente, dava vida a uns e matava a
outros. Um paradoxo? A voz, espírito divino,
é capaz de dar a vida e também matar? Esse
trato é dado ao espírito no Antigo
Testamento (também no Novo Testamento).
Assim como Deus é fonte de vida,
conseqüentemente, aquele que dele se afasta,
que vai para longe de seu "sopro
vital" acaba morrendo. Este morre
sufocado pelo distanciamento de Deus e pela
fatal opção por outros deuses. Não é
possível haver vida longe de Deus, uma
idéia que tão é judaica quanto cristã. O
Espírito/Palavra de Deus é verdade e vida,
longe: onde não há verdade, também não
há possibilidade de existência. "...
o meu espírito está sobre ti e as minhas
palavras que pus na tua boca não se
afastarão dela, nem da dos teus
filhos...".(Is.59:21).
Os profetas
"abriam a boca e falavam" a Palavra
de Deus, da Torá. Diferentemente de Moisés,
aprendiam a Palavra através dos anjos, de
sonhos, mas nunca a captavam diretamente de
Deus. Isto só coube a Moisés Eles não
falavam quando tinham vontade, mas somente
quando, em estado de concentração,
vibrantes ou em profunda solidão, eram
capazes de profetizar(6). Conforme
os ensinamentos judaicos Moisés foi o único
a falar com Deus face face(7),
boca a boca (8). Só a ele
Deus falou sem enigmas. Isto não diminui o
poder da Palavra, ao contrário, reforça a
sua autenticidade e originalidade que, quando
dita pelos profetas, dá a possibilidade do
mesmo Espírito falar nas diversas
condições da existência humana, de se
fazer presente na história de Israel
através dos ensinamento de seus mestres.
Os autores
bíblicos ao se referirem ao Espírito, à
Divina Presença à atuação de Deus...
expressaram-se muitas das vezes, com termos
antropomórficos. Esses termos foram
substituídos pelos rabinos a partir do
período do segundo Templo, que em seus
ensinamentos, passaram a usar Shechiná
que, longe do antropomorfismo, determinava a
presença de Deus no meio do povo de Israel.
O termo Espírito Santo é uma expressão
adotada pelos cristãos que aparece nos
escritos anteriores à ruptura entre o
cristianismo e o judaísmo. Shechiná,
então, substituindo Espírito Santo
cristão, passou a significar a Presença
Divina no meio do povo judeu. A existência
de dois termos, um cristão e outro judaico,
indicam uma interpretação exclusivista, que
deu origem a uma "apropriação"
por uma parte, e conseqüente
"desapropriação" da outra, isto
é, numa interpretação cristã, o Espríto,
por castigo, estava afastado dos judeus e
somente presente entre aqueles que aceitaram
a "nova" Aliança. Da parte
judaica, a Shechiná, passava, com ela, uma
expressão da perenidade da Aliança com
Israel. Tal exclusivismo foi alimento para
uma história trágica entre os dois credos.
A palavra Shechiná significa
literalmente "habitar" , deriva do
verbo shachan, habitar. O uso do termo
significa que "Deus habita no meio do
povo". A Shechiná habitava o Templo de
Jerusalém, centro da vida nacional, da
identidade religiosa do povo judeu; era o
coração que pulsava e aninava a todo
Israel. Como o hálito divino de em Adão, ânima,
assim era o Espírito no corpo da
comunidade. No texto bíblico, Deus manifesta
o desejo de "habitar", de
permanecer entre os filhos de Israel:
Faze-me um santuário, para que eu possa
habitar no meio deles (Ex 25:8).
Portanto, Shechiná não é um termo
indicativo de uma simples presença, miais do
que isso, a sua presença está condicionada
a uma intimidade mútua que reflete o
caráter da Aliança,
"um
matrimônio", entre Deus, que deseja
estar no meio dos filhos de Israel, e Israel
que deseja a Sua presença. Os tanaítas9
apresentaram o termo Shechiná em referência
à manifestação do Senhor e à sua
proximidade ao homem: Pois IHWH teu Deus
anda pelo acampamento para te proteger e para
entregar-te os inimigos (Dt 23:15); Porei
no vosso íntimo o meu espírito e fareis com
que andeis nos meus estatutos e
guardeis as minhas normas e as pratiqueis (Ez
36:27); Habitarei no meio dos filhos de
Israel e serei o seu Deus (Ex 29:45); A
Shechiná refere-se especialmente a
"habitação", uma presença ativa
de Deus entre israel, na Terra de Israel e no
Templo de Jerusalém. Sobre Ex 29:42, Rashi
faz o seguinte comentário: DE
CONTINUIDADE (CONTÍNUO). De dia em
dia, não haverá uma interrupção de um dia
entre eles. ME ENCONTRAREI CONVOSCO.
Quando eu fixar um prazo para falar a ti.
Ali fixarei para vir (Shechiná)...o
Divino, abençoado seja Ele falava com
Moisés desde que foi erguido do
Tabernáculo...10. O
Tabernáculo, futuro Templo em Jerusalém, é
comparado ao salão real onde o rei dirige
sua palavra aos súditos. E ME ENCONTRAREI
LÁ (Ex 29:43) Me encontrarei com eles
com fala, como um rei que fixa um lugar de
encontro para falar com os seus servos lá11.
No deserto Deus falava com Moisés, mais
tarde, em Jerusalém a voz divina vem
através da Torá ensinada pelos Profetas e
Mestres, conforme está escrito:... de
Sion há de sair a Lei, e de Jerusalém, a
Palavra de IHWH (Is 2:3) O Targum
Jonathan, sobre o Ex 29:43, faz um paralelo
com Lev 10:3, trata a Divina Presença como
aquela que santifica aquele que dela se
aproxima12. Mas, nem todos os
estudiosos e comentaristas judeus concordaram
com a afirmação de que a Shechiná
significa a presença de Deus. Para Iehuda
Halevi e Maiomônides ela é uma criação
divina que não pode ser identificada com
Deus. Já para Nachmanides a Shechiná é um
substituto do nome divino usado em contexto
especial para determinar a sua proximidade
com o homem. Gershon Scholem sustenta que,
após um exame de todas as passagens da
Escritura referentes a Shechiná, ela não é
um atributo divino como poderia sugerir
algumas interpretações, também não é
hipostasia e não tem existência separada da
Divindade13. O judaísmo não
admite qualquer sugestão que possa gerar
interpretações dualistas. Shechiná é o
termo para designar a presença de daquele
que é um. A destruição do Templo no
ano 70 da era cristã, marca o exílio da
Shechiná ( Shechiná b'Galuta) ou, Deus
apartado de Israel. Os Profetas trataram
desse afastamento: sempre que há pecado, há
sofrimento, há o afastamento da Shechiná,
ausência de Deus. A "ausência de
Deus" é uma noção criada no momento
em que o judaísmo deveria passar por uma
transformação radical, longe da Terra de
Osrael e de Jerusalém, sofreria um
areestruturação tanto em sua organização
formal quanto na sua teologia. Há escritos
em ques e atribui a destruição do Templo, e
conseqüente afastamento da Shechiná, aos
pecados cometidos pelos filhos de Israel.
Esta "ausência" explicou também
os outros trágicos momento da vida do povo
judeu, como à insuportável vida na Idade
Média, nos Progons e na Shoá (Holocausto). R.
Isaac b. Samuel disse em nome de Rab: A noite
tenha três vigílias, e em cada vigília o
Santo Único, bendito seja Ele, senta-se e
ruge como um leão dizendo: Ai dos filhos,
por causa de seus pecados Eu destrui minha
casa e queimei meu Templo e os exilei entre
as nações do mundo14.
Neste pequeno texto do Talmud há um detalhe
importante: Ai dos filhos, ora, esse
"ai" é um lamento, uma dor que
também pertence a Deus. Assim como os filhos
sofrem a ausência do pai, também o pai
sofre por estar ausente. Conforme lemos
anteriormente, Deus quer, e faz questão de
ser presença em Israel. Então, a Shechiná
não se manifesta após a destruição do
Templo? Rabi Akiva, século II d.C., oferece
uma resposta para esta questão. Ele disse
que Deus não se afastou de Israel no exílio
após a destruição do Templo. Deus estava
igualmente exilado e dividindo com Israel o
seu sofrimento. Outros escritores que
confirmam esta mesma idéia: Zavdi ben Levi
abriu: Deus instala o solitário numa casa
(Sl 68:7). Tu verificas que Israel,
até ser libertado do Egito, morava de um
lado e Shechiná, do outro. Quando Israel foi
libertado, tornaram-se um só. E, desde que
condenada ao exílio, a Shechiná ficou de
novo de seu lado e Israel do seu, como foi
escrito: Os rebeldes permanecem no solo
árido (Sl 68:7). Por isso está
esxcrito: Como está sentada solitária? (Lm
1:1) 15. Então, mesmo na "ausência",
há a presença da Shechiná em Israel. A
solidão e o sofrimento são sentimentos
mútuos. Rabbi Abbahu interpretando o salmo
13:6; "Meu coração exulte com a tua
salvação"disse: "...Nós
sremos redimidos juntos"16.
3/4 o sofrimento mútuo abrirá as portas da
redenção para Deus e Israel. A noção de
"prêmio e castigo" que foi
sugerida como explicação do conseqüente
sofrimento de Israel não é condizente com a
experiência religiosa judaica de um Deus
amoroso, cheio de misericórdia e compaixão,
não se enquadra dentro daquilo que a
Escritura hebraica testemunba. Deus não
abandona a Aliança feita com os Patriarcas,
reiterada no Sinai. Ele, através de Sua
Divina Presença, a Shechiná, permanece
sempre a té a realização definitiva do
projeto de salvação. E, no exílio, onde
poderia estar Shechiná? Não há um lugar.
Após a destruição do Templo o
"lugar" , a noção de lugar
determinado não existe. Há um
"lugar", uma atividade especial,
segundo a Mishná, que é o estudo, a
oração. Estes são os "locais" da
presença divina. Onde estiverem pessoas
reunidas, ocupando-se com as pal;avras da
Torá, lá estará a Shechiná. A Torá é
compreendida como agente pelo qual se torna
possível a imanência de Deus. Através dela
Deus está próximo, seu amor é realizável
e a comunhão com Ele é possível. Enquanto
Israel mantiver sua unidade, um só povo,
unido, unido pela consciência de ser povo
eleito do Deus, que, por sua vez escolheu
livremente ao Deus Único, que se mantém em
torno de valores da tradição fundamental na
Torá e no Talmud, sempre terá em seu meio a
presença unificadora da Shechiná. A
permanência histórica da comunidade judaica
é, com certeza, a prova de que o espírito
consolador, referido por Rashi, é também o
espírito da permanência, da unidade, do
sustento. Toda tragédia e infâmia
experimentada pelo povo judeu não foi o
suficiente para derrotar a confiança
inabalável de Israel na fiel Presença. O
ruach, hálito divino e fonte da vida, a
Torá, Palavra revelada, ouvida, guardada,
meditada, transmitida, foi e é o novo
"lugar" da presença íntima,
solidária do Deus quenão se cansa, nem se
arrepende de caminhar com os filhos de
Israel.
NOTAS:
-
4 vento
oriental, isto indica que o vento de
Deus parte de uma realidade diferente
daquela onde se realização a
ação, assim, Deus sai de seu trono
celestial para intervir na história
de Israel.
-
5
Êxodo Rabbá,5:9, em Ketterer, E.
Remaud, M. O Midraxe, ed. Paulus,
S.P, 1996.
-
6 ben
Maimon, Moshe (Maimônides), Mishné
Torá - O livro da Sabedoria, pág.
143, ed. Imago,1992, Rio de Janeiro.
-
10
Chumash - Bíblia com comentários de
Rashi, Êxodo, pág.170,
Trejger Editores, 1993,
S.Paulo.
-
12 The
Torah, pág. 631, ed. W. Gunther
Plaut, 1981, New York.
-
13
Lodahl, Michel E; Shekhinah Spirit -
Divine Presence in Jewish and
Christian Religion, pág. 52 Paulist
Press, 1992, New York.
-
15
Ketterer, E. Remaud,M; Midraxe,
pág.49, ed. Paulus,1996, S.Paulo
-
Lodahl,
Michel E; Shekhinah Spirit - Divine
Presence in Jewish and Christian
Religion, Paulist Press,
1992, New York, USA.
-
Chumash
- Bíblia, Bereshit, com comentário'
de Rashi, Trejger Editores, S. Paulo,
1993.
-
Chumash
- Bíblia, Shemot, com comentários
de Rashi, Trejger Editores, S. Paulo,
1993.
-
Ausubel,
Nathan; Conhecimento Judaico I e II,
na Enciclopédia Judaica, ed. A.
Koogan, Rio de Janeiro, 1989.
-
Ketterer,
E. Remaud, M; O Midraxe, ed. Paulus,
S.Paulo, 1996.
-
Torá,
A; ed. W. Gunther Plaut, N. York,
1981.
-
Ben
Maimon, Moshe (Maimônides); Mishné
Torá, O Livro da Sabedoria, ed.
Imago, Rio de Janeiro,1992.
-
Bíblia
de Jerusalém, ed. Paulinas, S.
Paulo, 1981.
Fonte:
JI - Jornal Israelita do Brasil - Abril/99
Antonio Carlos da Costa Coelho, professor de
Ecumenismo e Diálogo Religioso, leciona no
Colégio Sion e no Studium Theologicum,
presidente do Centro Cultural Brasil-Israel
do Paraná, diretor do Instituto de Ciência
e Fé.
E-mail: coelho@sion.arauc.br
Enviado por Leon M.Mayer
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