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Rio de Janeiro, 15 de agosto, 2017 - Edição nº 1.041


   Colunistas  

Carlos Trigueiro
PRA FIM DE CONVERSA
Numa das suas entrevistas você diz: “Se pudesse voltar ao passado e primeiro livro, não assinaria Carlos Trigueiro e, sim, algo como Karlowz Tryghwro, pois a preferência brasileira (...) prima por autores com Y, K e W no nome”. Seria monstruoso, se não fosse verdade, não é?

Enéas Athanázio
AVENTURA AO REDOR DE MEU QUARTO
Existe com esse título um poema que já foi famoso em que o poeta abordava aventuras psicológicas e imaginárias entre as quatro paredes daquilo que os antigos designavam por alcova. Mostrava que para os dotados de imaginação nem as paredes cruas conseguem impor limites.

Francisco Simões
“A ERA DOS FESTIVAIS”
Outro dia minha grande amiga Irene Serra responsável pelas maravilhosas edições desta revista Rio Total onde tenho a honra de escrever há mais de 20 anos, perguntou-me o que eu achara da reportagem sobre “Música” que ela colocara na revista e que tinha como autor Cândido Luiz de Lima Fernandes, economista e professor universitário na cidade de Belo Horizonte.

Eduardo Fares
COMPADRES
Os casais Ana/Nicolau e Lucia/Antonio nasceram naquela pequena e isolada cidadezinha, que pequena e isolada permaneceu através dos anos. Brincaram na mesma rua estreita, estudaram na mesma escola rural e se casaram na mesma capela. Compartilharam todos os acontecimentos que o marasmo permitiu ocorrer naquele ermo lugarejo.

Pedro Franco Diniz
NOVAS FACULDADES DE MEDICINA
Enviei em 30/07/2017 para Cartas dos Leitores de O Globo o texto que se segue, que não saiu. É assunto que me toca de perto, pois grande parte da minha vida foi e ainda é diariamente Medicina.

Frei Betto
DIREITO À FANTASIA
A fantasia é a matéria-prima da realidade. Tudo que é real, do computador ao jornal no qual você lê este texto, nasceu da fantasia de quem criou o artigo, concebeu o computador e editou a publicação.

Opinião Acadêmica

Sandra Beck da Silva Etges

procuradapoesia@escuta.deixeissofalar.com.ics*
Inspirados em “Procura da Poesia” de Carlos Drummond de Andrade, poesia que faz parte de seu livro: A Rosa do Povo, publicado em 1945, “tempo de homens partidos”, onde o autor explicita o quanto é necessário paciência, tolerância e silêncio diante da angústia, afeto que caracteriza-se para Lacan por não mentir e, por isso, possibilita ao sujeito o movimento de lançar-se no campo da fala e da linguagem, numa tentativa de sair do desamparo provocado pela castração, que sempre nos remete ao não  haver saber possível sobre o gozo, ou a haver saber que não se sabe, pretendemos desenvolver algumas breves reflexões sobre a ética e o ato do analista na clínica do Lacan do campo do gozo contracenando-os com o sujeito no contemporâneo.




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