| Colunistas | | |
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W.J. Solha
FÚCSIA
...como a poeta - bem mais próxima de nós, pessoenses – mostra, fúcsia é aquela cor que pinta & borda as calçadas sob os nossos intensos jambei-ros, em todo setembro.
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Pedro Franco
BORDÕES E MELANCIAS
Quem de nós já não frequentou um novo ambiente e percebeu que os conviventes habituais tinham certos bordões. Usavam e era como se fosse uma linguagem própria daquele grupo.
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Carlos Trigueiro
QUO VADIS HISPANIA
A notoriedade dos matizes espa-nhóis já não se restringe, outra vez, às imolações nas "plazas de toros" ou à magia dos pinceis de Goya, Velazquez, Sorolla. Nem se limita ao descortínio de...
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Francisco Simões
CÓDIGO NACIONAL DE TRÂNSITO
Como abusam no dirigir em zigue-zague, motoristas, motoqueiros e ciclistas, cortando-nos inesperada-mente e fazendo manobras arriscadas...
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Alberto Cohen
CÁRCERE
Sentia-se como alguém que em-barcasse num trem errado e não reconhecesse nenhum rosto, ne-nhuma estação para desembarcar.
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Luiz Carlos Amorim
COISAS DE SANTA CATARINA E DE PORTUGAL
Andando por Portugal, descobri coi-sas comuns, como já houvera des-coberto de outras vezes, coisas de lá que temos também aqui no Brasil.
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Enéas Athanázio
HERÓIS DO AR
História admirável de homens corajosos e decididos, imbuídos do “espírito da linha”, e que não titubeavam em arriscar a própria vida para que não houvesse interrupção ou atraso na entrega dos malotes postais.
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Sarita Barros
APANHADO GERAL
Fiquei emocionada com os jardins multicoloridos de tulipas, com os bosques de bétulas (cujas cascas serviram para os primeiros escritos russos), com os dentes-de-leão ocupando todo espaço não plantado pelo homem.
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Isabel Vasconcellos
DOENTES MENTAIS
Começamos, portanto, a compreen-der que “doença mental” é um termo genérico demais, que na maioria absoluta das vezes não é sinônimo de “perda da razão” e nem de descontrole dos próprios atos.
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Everardo Maciel
A MALDIÇÃO DOS BOURBON
Talleyrand (1754-1838), notável polí-tico e diplomata francês, reservava um juízo pouco lisonjeiro sobre os Bourbons, ao sentenciar que eles nada esqueciam e nada aprendiam.
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W.J. Solha informa que, quem quiser receber - sem qualquer despesa - seu novo poema longo -
"Esse é o Homem", que deve sair em dez, quinze dias - é só mandar o endereço postal para
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