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Rio de Janeiro, 16 de janeiro, 2021 - Edição nº 1.206


Colunistas  

Carlos Trigueiro
CONSULTÓRIO DE PSICANALISTA FAMOSO
Doutor Sinfrônio (iniciando a consulta com um tablete àfrente): Boa tarde, Sr. Limaverde, temos nos dedicado no ultimo mês a temas pontuais como "Datas”, “Estudos”, "Estímulos”, "Manias”, etc. Na sessão... digo, consulta de hoje, vamos nos dedicar ao tema "Sonhos”. Claro que todo mundo sonha, é da natureza humana, e está provado que até alguns animais irracionais sonham também.

Pedro Franco
Amor e seus temperos

O tempero não deve tirar o gosto do alimento, deve realçá-lo. Ninguém come tempero puro, ou pelo menos esta não é a regra. Ele modifica o sabor da comida para melhor e muitas vezes vários temperos são usados em pratos mais refinados. O ciúme é dos principais temperos, junto com a doação, a ternura, respeito, a paixão, a compaixão e a sexualidade para a lista não ficar desnecessariamente alentada

Sergio Faraco
O CHUPIM

Temos algumas árvores em nosso pátio. Na primavera, aninham na ramaria muitas espécies de pássaros, sobretudo os sabiás. As cambacicas, aqui no Sul conhecidas por sebinhos, preferem a casinhola que pendurei sob um beirado, ao passo que os tico-ticos costumam procriar num recanto atufado de bambu chinês. Vez por outra, o vento que sopra do rio sacode a galharada e um filhote vem ao chão.

Sheila Sacks
OS MISTÉRIOS DA ANTÁRTIDA
Em 1984, o Brasil construiu a sua primeira base na Antártida. Duas décadas antes, em 1961, um brasileiro já visitava o local. A bordo de um navio quebra-gelo da marinha americana, testemunhou a aparição de um estranho fenômeno aéreo luminoso. Engenheiro, meteorologista, professor da USP, ele trabalhou na NASA, ajudou a implantar o PROANTAR - Programa Antártico Brasileiro, e...

Milton Ximenes
POSSÍVEL CRÔNICA DO NOSSO AMANHÂ
De repente, o imenso raio singra sobre os mares do céu, clareia seu próprio caminho, não respeita as nuvens, cai tão longe, em visualização detalhista impossível. Como num filme de ficção científica, ele vai paralisando as pessoas em que toca.

Francisco Simões
2021
Enfim ultrapassamos o ano de 2020, porém continuamos a conviver com a pandemia provocada pelo vírus chamado de “covid”.  E tome quarentena, e com esta nova onda haja cuidado e mais confinamento. Confesso que há cerca de quase um ano não saio de casa.

Enéas Athanázio
A ENGENHOCA DO DR. DUVIGE
Francisco de Vasconcellos é um pesquisador de primeira linha nas áreas da história e do folclore no atual cenário cultural brasileiro. Sua obra é imensa, abordando sempre temas curiosos e instigantes, muitos deles desconhecidos ou pouco versados. Sua contribuição é das mais importantes e constantes porque está sempre produzindo e publicando novas obras.

Carol Campos
FRANCAMENTE
E foi assim, bem assim, que eu vi a porta se fechar. Lá fora, um calor semidesértico. Talvez eu tenha inserido por conta própria o diálogo maravilhoso de E o Vento Levou que marcou uma das rupturas menos românticas do cinema. Talvez tudo tenha sido bem menos dramático. Mas decidi me lembrar dessa cena exatamente assim.

Antonio Nahud
A ALEGRIA DE VIVER
Nunca fui de rir muito. Na primeira juventude, não me interessava por piadas ou humorísticos de tevê, nem ria de doidos, bichas, bêbados, inválidos e anões como a maioria dos cruéis meninos provincianos e, no cinema, somente me esbaldava com antigas comédias sofisticadas, de Howard Hawks a Billy Wilder, ou um ou outro filme italiano. Mas não faço pose de sisudo, tenho um certo humor sutil e para o meu júbilo sou capaz de gozar de cerimônias de casamento, formaturas, velórios, discursos políticos, reality shows e dos meus desacertos e paixões

Ronaldo Werneck
TEVERE-ROMA / FELLINI-RIMINI
Estive novamente em Roma há dois anos e, fellinimaníaco contumaz, dessa vez passei finalmente pela Via Margutta, onde Federico morou com Giulietta Masina (Coincidência: Patrícia e eu voltávamos de um giro pela Toscana, a bordo exatamente de um modelo “Giulietta” da Alfa Romeo). No final da Via Margutta encontra-se também o portão do sobrado para onde o plebeu Gregory Peck levou a princesa Audrey Hepburn no filme de William Wyler, com direito a bucólicos passeios de lambreta por uma novelhíssima Roma do pós-guerra, meados dos anos 1950.


 


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