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Opinião Acadêmica
PSICANÁLISE E/OU PSICOTERAPIA (?)
Prof. Dr. Antônio Sergio Mendonça
1º) O Termo Psicoterapia deriva-se do
vocábulo TERAPIA;
2º) Este, por sua vez, tem o seu
sentido dicionarizado regularmente, tanto no sentido etimológico, quanto no
sentido corrente, expandindo-se nas suas acepções denotativa e conceitual.
Será assim designado nos Dicionários: Novo Dicionário Aurélio,
Enciclopédia e Dicionário Ilustrado Koogan/ Houaïss, e, sobretudo no
Dicionário Houaïss de Língua Portuguesa. Assim sendo, nos dois primeiros,
tal termo é apresentado como sinônimo de terapêutica e vice-versa (cf. pp.
1368 [Aurélio] e 824 [Koogan/ Houaïss]). Esta palavra, contudo, tem
etimologicamente, ou seja, diacronicamente, origem inequívoca greco-latina:
THERAPEUÕ ou THERAPEUTIKÉ, THERAPEUTICA, respectivamente. Dessa forma, com
origem regular, ática e latino-clássica, respeitando, pois, as regras
desinenciais (morfo-sintáticas) da deriva da língua portuguesa, irá significar
(inicialmente no sentido médico e posteriormente no psíquico): “a parte da
medicina que estuda e põe em prática os meios adequados para aliviar ou
curar”. Por esta razão, no Koogan/ Houaïss também estará escrito:
“parte da medicina que ensina a maneira de tratar as doenças” (cf. pp. 1367
[Aurélio] e 824 [Koogan/ Houaïss]);
3º) Mas, sem dúvida, será apenas no
Dicionário Houaïss que iremos encontrar o seu mais amplo e corrente
sentido. Ali está dito: “qualquer técnica de tratamento de doenças e
problemas”. Ou então: “tratamento de doentes”, ou ainda: “intervenção que visa
tratar problemas somáticos, psíquicos ou psicossomáticos (causas e sintomas)
com vistas ao estabelecimento da saúde e do bem-estar” (cf. p. 2699).
Continuando, veremos que, em língua
portuguesa, o vocábulo foi incorporado através de contexto e/ ou discurso
científico-médico em 1881 (data de sua mais antiga referência encontrada).
Tem origem regular que nos reenvia a
sua clássica origem ática: THERAPÉIA e mantém, diacronicamente, sua originária
acepção etimológica, onde significava: “cuidar, tratar e curar”. A isto se
acrescentaria uma variante etimólogica derivada, que é ligada ao campo
semântico da persuasão (que se mantém em seu sentido conceitual) e foi
instalado no quinhentismo pela ação tridentina, onde se torna “cuidar,
persuadir, converter”;
4º) Porém, surgirá como uma formação
prefixal (PSIQUÊ à
PSICO) que se adicionará ao termo terapia, daí o termo: PSICOTERAPIA.
Mas, este termo, apesar da “nobreza” prefixal, é incorporado, via
estrangeirismo (galicismo e/ ou anglicismo) a um registro
linguístico-conceitual, de natureza científica, em língua portuguesa. O que se
explicava, principalmente, no Século XIX, quando os termos de qualquer língua
corrente (alemã, no caso de Freud) passam a incorporar equivalentes latinos,
vide a relação Strachey, Jones e Freud. Entretanto, o encontraremos (cf. p.
2337) no Dicionário Houaïss quando significará: “qualquer técnica de
tratamento de doenças e... problemas psíquicos”;
5º) Logo, levando-se em consideração
sua clássica origem técnico-científica neste registro lingüístico de norma
culta, necessitaremos buscar não apenas em dicionários, mas também em
vocabulários científicos a precisão de sua acepção técnico-conceitual. Assim
sendo, o vocabulário de Psicanálise de Laplanche & Pontallis nos irá
mostrar que: “Num sentido mais estrito a psicanálise é muitas vezes
contraposta às diversas formas de ‘psicoterapia’” e, embora, ali se
reconheça que no sentido lato, ou seja, quando se confunde com sugestão,
hipnose e persuasão a psicanálise possa, inclusive, ser vista
como uma forma (específica) de psicoterapia, os autores terminam por
estabelecer que: “sob o nome de ‘psicoterapia analítica’ entende-se uma forma
de psicoterapia que se apoie nos princípios teóricos e técnicos da
psicanálise, sem, todavia, realizar as condições de um
tratamento psicanalítico rigoroso” (cf. p. 506 [Vocabulário]).
Por esta razão, mesmo em sentido
técnico, tanto esse termo, quanto a disciplina por ele designada não fugiriam
aos limites semânticos do termo francês “Guérison” (“cura médica”) a que Lacan
contrapõe “Direção da Cura” como resultante de uma “Direção de Análise”. Isto
para que fique bem claro a equivalência do termo psicoterapia, quando dita
psicanalítica, assim como a do vocábulo terapia, com indissociáveis acepções
médicas e psicológicas. Então, parece aplicar-se a insistente suposição de a
psicoterapia incluir a psicanálise a freudiana advertência de: “A Análise
Leiga” (1926): “Eu quis apresentar um terceiro interesse – o da ciência. Pois
não consideramos absolutamente conveniente para a psicanálise ser devorada
pela medicina (e aí, a nosso juízo, se acrescentaria: pelas psicoterapias) e
encontrar seu derradeiro lugar de repouso num livro de texto de Psiquiatria
(ou de Psicoterapia) sob a epígrafe: “Métodos de Tratamento” ... Merece melhor
destino e, pode-se esperar, o terá. Como... uma teoria do inconsciente, pode
tornar-se indispensável a todas as ciências que se interessam pela evolução da
civilização humana... Mas essas são apenas pequenas contribuições em confronto
com o que poderia ser alcançado se historiadores da civilização, psicólogos da
religião, filólogos... concordassem em manejar o novo instrumento de pesquisa
a seu serviço” (cf. pp. 280/ 281 da versão portuguesa, Ed. Imago).
E, apesar de Freud, no sentido estrito
de técnica psicanalítica, ter-se também utilizado do termo Psicoterapia,
por exemplo, em 1904, o ponto de vista de Laplanche & Pontallis parece ter
sido literalmente apoiado, por exemplo, pelo Dicionário de Psicanálise
incluído na Enciclopédia Universal da editora Albin Michel apresentada
por Philippe Sollers. Assim, (Freud) no “Über Psychoterapie”, vertido
literalmente, na tradução francesa da obra de Freud, apenas significa: “De la
Psychoterapie” e conceitualmente: “De la Téchnique Psychanalytique”.
Freud, sem dúvida, adota o termo, mas
não como um campo que incluísse a psicanálise, nem tampouco, como sinônimo
desta, e sim no sentido estrito já assinalado: o de técnica de tratamento.
Mas, voltando-se ao Dicionário francês,
é ali dito que: “Define-se habitualmente psicoterapia como um tratamento
realizado por procedimentos psicológicos... que se reserva (a designar) os
efeitos da relação que se estabeleceu entre o paciente e o terapeuta”; Ou
ainda: “A Psicoterapia se caracteriza não por seu objeto, mas por sua técnica,
e ela, efetivamente, não se aplica ao tratamento de ‘doenças mentais’...; e
sim a determinadas dificuldades de adaptação que não possuam um estatuto
psicológico bem definido, porém inversamente, as ‘doenças mentais’ não lhe são
accessíveis” (cf. p. 695).
E, para concluir essa parte,
reproduziremos um trecho de um debate ocorrido após uma sessão clínica na
Escola Freudiana de Paris entre Jacques Alain-Miller e Jacques Lacan (cf.
publicação na revista Dizer nº 13 da Escola Lacaniana de Psicanálise/ p.
14). “-Jacques Alain-Miller: Tenho ainda algo a lhe perguntar, que diz
respeito à prática da psicoterapia, de que deveremos falar nesta sessão
clínica. Você há pouco soltou esta fórmula com toda franqueza: “a psicoterapia
leva ao pior”:.“As psicoterapias valem a pena?”
“-Jacques Lacan: É certo, não vale a
pena “terapiar” o psiquismo. Freud também achava isto. Ele achava que não era
preciso se apressar em curar. Não se trata de sugerir, nem de convencer.
A clínica psicanalítica deve consistir não só em interrogar a psicanálise, mas
em interrogar os analistas... (o) que justifica Freud ter existido!”
Em suma, nas suas acepções comuns e/ ou
conceituais dicionarizadas, bem como nas indicações dos Dicionários e
Vocabulários de Psicanálise consultados, o termo Psicoterapia não só não se
afasta das acepções: técnicas de tratamento, sugestão,
persuasão (convencimento), mas também de suas íntimas relações com
a psicologia. Ali, também, se acentua a incompatibilidade com o Inconsciente,
isto por não considerar neste a pré-condição da linguagem (Freud) e muito
menos a questão do Inconsciente-Real de Lacan. Logo, se Psicoterapia é uma
técnica de tratamento, tomar a psicanálise como tal, revoga completamente o
dito freudiano em: “A Análise Leiga”, pois, terapêutico (ali, médico) é
gênero e psicoterapêutico (aqui, psicólogico) é espécie. Com isto percebe-se
que até o imaginário linguístico já distingue a Psicoterapia da Psicanálise,
até porque se fossem equivalentes, o que não é o caso, valeriam, também, para
ela as objeções conceituais existentes contra a regulamentação da Psicanálise
e já exaustivamente apontadas pela ARTICULAÇÃO DAS ENTIDADES PSICANALÍTICAS
BRASILEIRAS.
E tal fato irá gerar um “sintoma
social” na acepção que lhe empresta SLAVOJ ZIZEK. E como Lacan assinalou, no
Centro Cultural Francês em 1974, a Psicanálise também é um sintoma, resta
saber de quê (?) No seu caso destacar-se-á a evidência do mal-estar na
cultura, contudo, nesta “terra de ninguém” em que transformaram a psicanálise
por força de sua “pretendida regulamentação”, o que será sintomatizado, ainda
que imaginariamente, será a exigência da “reserva de mercado” por suposição de
com isto se suprir os efeitos da retração econômica. Embora, sem súvida, se
dissimule tal evidência com argumentações “bom mocistas” dirigidas, no melhor
estilo da “razão cínica” destacada por Zizek, ao dito “interesse público”, mas
que, de fato, remetem-nos aos imperativos próprios de um ideologismo sindical.
E eis-nos diante, novamente, do “advogar” privilégios como se fossem
direitos...
Todavia, antes de nos determos na
indicação dos catastróficos efeitos deste equívoco, presentes em seu
desdobramento universitário-sindicalizante, quanto à questão da formação em
psicanálise, gostaríamos, fazendo, de certa forma, a afirmação do óbvio, de
que fosse lembrado o fato de há muito ser do conhecimento de Jacques Lacan a
equivalência conceitual entre VERSAGUNG e renúncia.
Porém, a questão nos parece algo mais
complexa. Lacan, também, por isto, não confundirá VERSAGUNG com FRUSTRAÇÃO.
Bastará, para tal, uma consulta ao texto de seu Seminário, dos anos 50,
intitulado: “A Relação de Objeto”. Lá a FRUSTRAÇÃO será hiperdeterminada à
Inibição, incluindo, assim, em seu ensino, a lição freudiana de 1926 sobre:
“Inibição, Sintoma e Angústia”. Desse modo, Lacan irá incorporar a seu texto
esta importante, a juízo de Freud, variante sintomática da Castração, onde, no
âmbito neurótico da “punição do incesto”, isto é, no “dano imaginário”,
articulará Castração, Neurose e Obsessão. Já a Versagung tem mantido, noutro
texto, o seu literal e lingüístico sentido de renúncia, só que,
conceitualmente, que é o que nos importa, implicará, do ponto de vista do
estudo da Resistência em Psicanálise, na observação do risco
contra-transferencial (do analista) caso não haja (da parte deste) seja a
suspensão dos efeitos, seja a renúncia aos efeitos do que de angústia
o relato do analisando portar e suscitar (como afetação do analista).
Logo, não se trata apenas de encontrar
um literal equivalente lingüístico (em português) para o termo traduzido, mas
também de ser mantida a precisão conceitual que o termo tinha no pensamento e
na língua originais. Sabe-se, pois, que, enquanto variante da castração que,
por sua vez, se sobredeterminava ao sintoma, e, inclusive, por diferença da
privação (hiperdeterminada à Angústia), a Frustração, por ser efeito
Sintomático e Imaginário da Castração, combinará falta imaginária e
objeto-real; e, será, como já foi anteriormente destacado, incorporante da
Inibição, sendo, também, o palco do “mito individual do neurótico”. Por isto,
não há como negar que verter em língua portuguesa VERSAGUNG como FRUSTRAÇÃO é
um imperdoável erro lingüístico, contudo, apenas dizê-la renúncia é um óbvio
erro conceitual. Logo, eis a “blague”: para não nos frustrarmos
deveríamos, em nome da Psicanálise ser tomada enquanto ciência da linguagem,
renunciar a sua inclusão no âmbito da psicoterapia.
Entretanto, voltando a enfatizar o
oportunismo mercadológico que visa a, paradoxalmente, dar uma “egóica
aparência científica” à questão da formação em psicanálise, nós iremos,
novamente, nos deparar com a “sintomática” da reserva de mercado”, que não
passa de um fruto retardatário de um mal disfarçado ideologismo sindical. E,
sabe-se que, determinadas instituições “soi disant” psicanalíticas (que ainda
por cima se intitulam “Centro de Estudos”; e, por isto, são e/ ou deveriam ser
também “Centro de Pesquisa(s)”) limitam o acesso à formação em Psicanálise ao
bacharelismo (tão condenado por Lacan ao lançar Scilicet no âmbito da Escola
Freudiana de Paris) burocrático da diplomação, no caso de médicos e
psicólogos, pouco lhes importando que, com isso, desautorizem, por exemplo,
as obras de Sigmund Freud e Jacques Lacan, pois não só “rasgam” a “Análise
Leiga” freudiana, bem como fazem “ouvido mouco de mercador” às recomendações
lacaneanas de 1967. Por esta razão, tal exigência soa como uma afronta
conceitual à obra de ambos.
Freud, como já foi indicado neste
trabalhado, não abonava e, mais do que isto, condenava, repudiava a vinculação
e/ ou a subordinação da Psicanálise à Medicina. Fazia isso em nome da Ciência
e deplorava que ela viesse a se tornar um capítulo da Psiquiatria. Por isso
nos advertiu: “ninguém deve praticar a psicanálise se não tiver adquirido o
direito de fazê-lo através de uma formação específica. Ser ou não
médico, me parece sem importância” (cf. p. 265 da edição em
língua portuguesa da Ed. Imago, RJ).
E é de conhecimento de todos, sem
dúvida, que o próprio Freud jamais abriu mão, na constituição do universo
conceitual teórico-clínico da psicanálise, da influência genealógica do
discurso literário, fosse esta explícita (cf. suas leituras de Jensen e
Doistoievski, por exemplo), e/ou implícita, a convite de HUGO HELLER (na
escolha e leitura de Anatole France e Émile Zola, por exemplo), conforme
destacou o trabalho de SÉRGIO PAULO ROUANET.
Já em relação ao não-privilégio de
bacharéis em medicina e psicologia, o que não significa jamais exclusão, pois
seus defensores e que querem excluir os leigos (no sentido freudiano do
termo), trazemos à cena as considerações lacaneanas proferidas na
Proposição de 9 de Outubro de 1967 e no Discurso na Escola Freudiana de
Paris a seus Psicanalistas (na mesma data). Ali, também, se destavaca, ao
lado de Freud, a importância do discurso artístico para a formação em
Psicanálise e isto em detrimento da Psicologia, e é sabida a ligação de Lacan
com o Círculo Epistemológico da Escola Normal Superior em cuja publicação (“Cahiers
pour L’Analyse”) Canguilhem refutou qualquer pretensão científica deste campo
discursivo.
Diz-nos Jacques Lacan: “A Psicanálise
adquire consistência pelos textos de Freud, esse é um fato irrefutável.
Sabemos que, de Shakespeare a Lewis Caroll, os textos (artísticos) contribuem
para seu pensamento e para seus praticantes”; bem como: “...quando alguém
demanda uma análise para proceder, sem dúvida, no que há de confuso em seu
“desejo de ser analista” (que se distingue do transferencial Desejo do
Psicanalista), será esta mesma procissão que irá sucumbir de fato, por
de direito já ter sucumbido, ao golpe da unidade [objetal] da psicologia”.
Isto porque também nos disse: “Ce que préserve la praxis psychanalytique, ce
qu’elle comporte de nature a changer les foundements de ce qui est mis ao
titre de l’universel, c’est l’inconscient. Ce qu’il (Freud)
convient d’en articuler comme étant sa structure, c’est le langage, c’est
l’ouvre littéraire …” (cf. C’est à la lecture de Freud. In: Cahiers Cistre,
n.3, Lausanne, Edition L’Age d’Homme, 1977, pp.9/16)
Resta-nos
imaginar, como se fora um “circo dos horrores”, uma situação absurda que seria
plausível e revogaria toda a lição, já demonstrada, de Freud e Lacan a este
respeito. E isto piora, se ainda for levado em conta a este propósito o
repúdio freudiano ao caráter repressivo deste tipo de Proibição. Imaginem,
“por boutade”, que, nestas instituições, não se teriam podido inscrever, na
formação em Psicanálise, se quer como candidatos, nomes como os de: Theodor
Reik ei-lo, novamente (novamente, e Freud não estaria mais vivo para
defendê-lo...); Melanie Klein (educadora, pedagoga e a psicanálise teria
perdido uma de suas maiores consolidadoras); Octave Mannoni (antropólogo);
Slavoj Zizek (Cientista Social), Jean-Claude Milner e Jacques Alain-Miller
(originariamente do Círculo Epistemológico da Escola Normal Superior), Jacques
Derrida e Robert-Dufour (filósofos e pensadores), Sérgio Paulo Rouanet (Doutor
em Política) e Peter Gay (pensador e biógrafo de Freud). Logo, não seriam
sequer “alunos” dos supostos “geniais professores” que, sem dúvida, tanto no
âmbito científico-conceitual, quanto teórico-clínico, contribuíram,
possivelmente, bem mais do que eles para a consolidação do pensamento e da
prática da psicanálise... É óbvio que nem todos são analistas, como também é
óbvio que a maioria dos citados o são, e não se trata de fazê-los analistas
sem que participem da transmissão da formação em psicanálise, trata-se sim, de
lhes ser vedado, por expedientes burocráticos de fundo sindical, o acesso à
formação em Psicanálise. E, além do que, uma das instituições que assim
procede homenageou recentemente a Elizabeth Roudinesco (historiadora de
formação), sem comentário...
Por estas e outras, e não pelo
ideologismo comportamental, egóico, sexual e social sempre alegados, é que a
Psicanálise é dita “em crise”...
Prof. Dr. Antônio Sérgio de Lima Mendonça;
Prof. Titular de
Fundamento da Comunicação e da Arte da Universidade Federal Fluminense,
(1978);
Mestre em Letras (Lingüística) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de
Janeiro, (1973);
Doutor em Poética (Estética) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro,
(1977);
Docente-Livre (Pós-Doutor/ 1989) em Letras pela Universidade do Estado do Rio
de Janeiro;
Diretor de Ensino do Centro de Estudos Lacaneanos/ Instituição Psicanalítica
(Porto Alegre) (desde de 1990), (celacan@celacan.com.br
).
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