Os conflitos estão a cada dia
mais intensificados nas regiões que interessam às grandes Nações. A questão da
demarcação das terras indígenas de forma contínua é um pretexto para que parte
de nosso território com grandes riquezas naturais seja incorporado a solo
estrangeiro.
O novo Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, terá muitos problemas pela
frente, lutará contra poderosos e não estou certa se conseguirá realizar a
terça parte do que deseja para o nosso Brasil. Ele precisará de muito apoio
político e também da sociedade brasileira para conseguir acordar esse Brasil
que a maior parte dos dirigentes brasileiros insistem em deixá-lo anestesiado
nesse berço esplêndido, incapaz de reagir aos seus algozes.
A Amazônia já está internacionalizada há muito tempo, as autoridades fingem
não saber. Querem estar bem com os governos estrangeiros e não se importam com
a nossa soberania. Ocupar a Amazônia de forma autêntica, como deve ser,
apoiar, equipar e pagar bem aos militares para que tenham condições de formar
grandes exércitos para vigiar fronteiras, expulsar estrangeiros que chegam
travestidos de Missionários, autênticos espiões, que vão levando nossa fauna,
acabando com a cultura dos índios, introduzindo a religião de seus países e
depois de convertê-los, de apagar a cultura indígena, têm neles poderosos
aliados para cortar nossas árvores, dilapidar nossa fauna, roubar da floresta
as ervas medicinais para que os grandes laboratórios estrangeiros as
industrializem e depois voltem para nós em forma de remédios pelos quais
pagamos muito caro.
Naquela área nunca se viu tantas ONGS internacionais, todas querendo defender
a demarcação do território indígena, mas acabando com a cultura dos índios e
incutindo neles a sua religião, seus hábitos e, principalmente, dando-lhes
qualquer mimo para que cortem nossas árvores de madeira nobre, como o mogno e
outras. O interesse é enorme em defender a demarcação dos territórios dos
indígenas que deve ser cada vez mais extenso. Será que não dá para desconfiar
tanta atenção para com os silvícolas que nada têm a lhes oferecer?
Na Amazônia, grande extensão territorial pertence a estrangeiros de diversas
Nações. Há alemães, suíços, franceses, japoneses, ingleses, americanos,
australianos, noruegueses, chineses e tantos outros. A cada dia vão chegando
mais estrangeiros tomando conta de nosso solo. Em muitas áreas o brasileiro
está proibido de entrar.
O General Heleno em entrevista disse que o Brasil está colocando em risco a
sua soberania com a política de demarcação de terras contínuas para os
indígenas. Essa política está indo na contra-mão do que diz a nossa
Constituição.
É preocupante, muito preocupante, quando o Jornal New York Times pergunta: A
quem pertence a riqueza da Amazônia? Há muito estão trabalhando na surdina
para dividirem entre eles as riquezas brasileiras, tais como: gigantesco
volume de água potável, nossa fauna e flora e os minérios, ouro, diamante,
petróleo, estanho, potássio, calcário, manganês, ferro, alumínio, cromo,
estanho e nióbio, este último, utilizado na fabricação de mísseis e foguetes,
do qual nossa Amazônia detém 90% de todo o nióbio existente no mundo.
(31 de maio/2008)
CooJornal
no 583