Braz Chediak

 

ARQUIVO

Braz Chediak - CooJornal

 

- A boa terra
- A camisa
- A cidade vista da varanda
- A feijoada
- A gatinha e os cronistas
- A injeção, a mulher e a carqueja
- A língua humana
- A menina no canto da dela
- A mulher de Lot
- A solidão da eternidade
- Abra palavra
- Acabou a morte
- Ah, desencalhei!
- Alma de gato
- Amores desesperados
- Ana Cristina Cesar
- Aquarelas do Brasil
- As coisas mais simples
- As sobrancelhas travessas de Zandra
- Beleza gratuita
- Bussunda, humorista do tempo
- Câmara Cascudo e outras alegrias
- Cantando no chuveiro
- Carta à Irene Serra
- Carteiros tricordianos
- Cavalo de batalha
- Cego Aderaldo
- Churrasquinho, adeus
- Clandestinos
- Crenças e crendices
- Como na televisão
- Copa do Mundo e outros bichos
- Crime feito em casa
- Crônica e ponto final
- Dobradinha à moda do Porto
- E Deus criou a mulher
- E o trem parte
- É só escolher um caminho
- É tão sublime o amor
- Enquanto abasteço o velho Fiat
- Espírito de Minas
- Esse bicho da terra tão pequeno
- Eu adoro viajar
- Exercício de dicção
- Felicidade
- Francisco, santo e poeta
- Gente humilde
- Janelas
- Jorge Mautner – o trapézio antes do salto
- Juramento de Hipócrates
- Lanchando com os índios
- Leila Diniz
- Linguagem secreta
- Linhas desiguais
- Linhas paralelas
- Mal secreto
- Manhã tricordiana
- Matando o bicho
- Marilyn Monroe
- Meias de lã e vinho tinto
- Mulher no escuro
- Mulheres do Brasil
- Música do lixo

- Música brasileira: livros
- Não desapareceram do nada
- O alegre povo brasileiro
- O baú das palavras
- O beijo
- O cachorro e o açougueiro
- O canoeiro
- O cão de Mamborê
- O diabo na rua, no meio do redemoinho
- O fogão
- O galã
- O gol é uma lágrima de saudade
- O humor e as mazelas
- O juramento de Hipócrates
- O rabo do saci
- O tempo passa
- O valor das palavras
- Olha, o arco-íris!
- Onde o tempo se inscreve
- Os bem-te-vis
- Os escritores
- Os grandes contos populares do mundo - Os jovens comem, os velhos recordam
- Os melhores contos de loucura
- Os melhores contos de medo, amor e morte
- Os mergulhões
- Os sapatos de Hemingway
- Palavras
- Paz, substantivo feminino
- Pena que ela seja uma prostituta
- Pistas e despistamentos
- Pizza de cebola
- Por entre os guizos falsos da alegria
- Por via das dúvidas
- Rápido, siga aquele carro
- Rastros nas gavetas
- Reflexões sobre caravanas
- Relembrando o velho Nelson
- "Responde a moça destarte"
- Rir enquanto é tempo
- Rosas amarelas - camisolas negras
- Selvagens e civilizados
- Sexo, sorvetes e outros símbolos
- Sobre frases e foras
- Sobre lírios e metralhadoras
- Sobre medos e vaidades
- Sobre pássaros e vermes
- Sobre romantismo e os cães
- Testemunhos e recordações
- Três causos de artista
- Tiro e queda
- Um balanço, um pião
- Um causo de Manuel Bandeira
- Um poema de amor
- Uma corruíra na varanda
- Uma crônica
- Uma estação chamada Três Corações
- Uma pequena homenagem
- Uma rua chamada Cotia
- Uma velha agenda
- Uma viagem como outra qualquer
- Unincor e o cigarro
- Vida de cachorro
- Vozes da noite
- Zé Mindinho


Braz Chediak,
cineasta e escritor
Três Corações, MG
brazchediak@bol.com.br 


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