- Aos Arcanjos da guarda maior, o anjo que aqui esteve em
assustada visita.
Os discípulos do Demo, pelos atos hediondos que desmarcam
qualquer civilidade, são figuras que não podem ser reconhecidas como
gente. Apenas arremedos humanos que aí ululam e destoam. Estão e
subsistem no tripúdio para peitar direito e razão.
Para tons de destaque em mais cinzento a esses medonhos
ocorreres, surgem dos recôncavos da frieza comportamentos solidários de
apoio, procurando esvaziar o acontecido, elegendo os provenientes ao do
ganho. Zero à esquerda, o fato em si; muitos à direita o que ele
propicia. Um horror! Atroz e incomensurável pobreza!
O sentimento da decência, apesar de muitos o desconhecerem,
mesmo que ainda em embotado, naturalmente impõe limites. É o fulgor e a
escuridão!
O que tange a Humanidade em perdas subseqüentes de desvelos e de
moralidade? Fundos acreditados
arraigados aos dos bens, aos dos pecuniários, momentâneos confortos e
pseudo-sucessos? Empáfias que não resistem ao menor toque do Destino,
quando, e sabido, o aleatório aritmético da idade não assegura qualquer
de continuísmo ao do dia seguinte...
O reconhecimento de erros em arrependimento, o expor em
verdadeiro, em geral, não ocorre. Ratifica e ilustra muito bem que o
equilíbrio, o sentimento e a alma não são conteúdos jubilados às todas
individualidades.
Em certo e em seguro, para muitos partidários do desamor, aqueles que se
prostram nos bordos e rebordos das parecidas indiferenças, as assertivas
do agora são apaixonadas, momentâneas, postas no açulado de uma emoção
passageira. Definitivamente não somos iguais...
O monstruoso proceder de tirar uma vida, em castigo,
somente interrompendo a outra. Ainda assim, o justiçar, apesar de
jamais reparar o dano, apenas seria perpetrado com igual medida e peso,
caso a idade do autor e da vítima fossem iguais. Em contrário, aquele
etário maior da autoria, mesmo em desencarnado, ainda remanesceria em
devendo.
O todo do assuntar, nos seus desdobramentos e aos
comportamentos, aflora vivenciares tão nojentos que não comportam ao de
um maior discorrer.
(03 de
maio/2008)
CooJornal
no 579