16/01/2021
Ano 24 - Número 1.206




ARQUIVO SIMÕES

Francisco Simões
em Expressão Poética

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Francisco Simões



2021



Francisco Simões, colunista - CooJornal


Enfim ultrapassamos o ano de 2020, porém continuamos a conviver com a pandemia provocada pelo vírus chamado de “covid”.

E tome quarentena, e com esta nova onda haja cuidado e mais confinamento. Confesso que há cerca de quase um ano não saio de casa. Podem entender como quiserem, mas eu respeito a situação e não vou me expor já que estou mais do que afundado no tal grupo de risco.

Vejo alguns metidos a valentes, ou mal educados e que desafiam o tal vírus, em compensação a onda voltou a se fazer presente aumentando e bastante o número de casos de contaminados. E não só isto, mas infelizmente com um número de mortes recorde.

Não existe proteção total e absoluta contra o referido vírus, o resto é conversa fiada. Podem crer que um dia ele cobra a conta dos tais desafiadores e metidos a valente. Aí, como diz na TV, sai de baixo, que a onda aumenta os casos e não só em nosso país, pois tanto aqui como no resto do mundo a coisa continua sem uma solução definitiva.

Como já vivi 84 anos afirmo que já passamos por outras ondas de vírus e assemelhados no passado. Alguns mais novos que pouco já viveram ainda acham que é coisa de outro mundo. Afirmo que não é não.

Cada situação tem os seus caracteres e suas consequências diferentes umas das outras, é verdade, todavia como nosso mundo hoje tem muito mais vidas portanto numa situação destas e com o comportamento desigual de grupos acabamos nos assustando embora eu como outros respeitemos as regras do confinamento, nos resguardamos.

Aqui em casa tomamos uns comprimidos de ivermectina. Segundo soubemos deve-se tomar um comprimido para cada 25 quilos que tivermos. Isto se repete, porém somente 3 meses depois. Ninguém fuma nem bebe álcool, hábito que já cultivávamos antes da pandemia. Quem quiser que se arrisque no cigarro e no álcool, porém depois não se queixe.

Temos procurado manter nossa imunidade em alta também nos alimentando bem, sem exageros e tomando gotas de própolis todo dia etc e tal. Minha esposa se tem que ir à rua sempre usa máscara e jamais dá chance para o azar. Ela já passou um pouco dos 60 anos.

Nos últimos 11 meses eu só saí no carro do filho dela para ir visitar a filha e ver nosso lindo netinho de menos de um ano. Apenas isto. Não deem muita atenção a certos “valentes” que fazem questão de se exibir sem máscara e vez ou outra provocam ajuntamento de pessoas. Um dia infelizmente a conta pode vir. Muita calma nesta hora, gente amiga.

Enquanto isto vamos desejando a todos os parentes e amigos e amigas um Feliz Ano Novo cheio de alegrias renovadas pois um dia isto vai terminar. Se Deus quiser, ora se vai. Embora a previsão seja de que antes talvez piore um pouco. E vamos vivendo este novo ano com inteligência, equilíbrio e muito, muito cuidado. Tchao.


Comentários sobre o texto podem ser enviados diretamente ao autor, no email fm.simoes@terra.com.br


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Francisco Simões/font>
escritor, poeta, fotógrafo (expositor), ex-radialista
Rio de Janeiro
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