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Marciano Vasques
  


 
ARQUIVO

 

 

- A alma peregrina na mitologia e na literatura
- A balsa
- A caderneta
- A caneta e a tela
- A cigana Blange
- A delegacia da mulher e os discursos
- A delícia de ser radical
- A doença do Senhor Félix
- A educação dos sentidos
- A epopéia fatal
- A escadaria e o escritor
- A exclusão do professor
- A felicidade do museu
- A flor de Murilo Rubião
- A flor do sábado chuvoso
- A força suave da poesia
- A grande mãe
- A infinita chave do tesouro insondável
- A língua não tem governo
- A mãe de todos os lugares
- A memória nos salvará
- A menina com os girassóis
- A música das mulheres de março
- A música no coração do tempo
- A natureza do escorpião
- A necessidade e a utopia
- A necessidade da consulta popular
- A omissão gera sucata
- A onda côncava do mar profundo
- A partir de amanhã
- A poesia
- A poesia que se teme
- A praça que já foi das professoras
- A que será que me destino
- A que será que se destina
- A reforma do indivíduo
- A riqueza de abril
- A riqueza oculta
- A rua longa e o cronista
- A solidão escolhida
- A tríplice condição
- A velha tecla
- A vila
- Admirável guerreiro dourado
- Agosto o ano inteiro
- Almas machucadas
- Amargura demais enjoa
- Ana Maria Machado
- Apenas discos velhos
- Aprendizado e desenvolvimento do ser
- Aquele que diz poeticamente
- Aqui
- Arte que se diz arte
- Artesão dos tecidos históricos
- As montanhas não esquecem
- As renas esmagam os grous
- Assassinos do tempo
- Aventura grega
- Brasil, educação e futuro
- Breve antologia da canção de fé
- Cai cai balão
- Caleidoscópio da alma
- Camarão que bobeia a maré leva
- Canções e calçadas e tesouros da cidade
- Cansado de oferecer tesouros
- Cantriz
- Cartas alagoanas
- Capitão América do Norte
- Celina
- Construtores de um novo ano
- Conversa de compadres
- Conversa é vitamina e proteína
- Convite com teu poema
- Coisa para se guardar
- Contra o aneurisma social
- Coração valente no cinema
- Criança da escola de lata
- Crônicas do meu coração
- Dan
- Débito incalculável
- Depois da despedida
- Desafio chamado vida
- Desafio do crescimento
- Despedida
- Deu a louca no cinema
- Dezembro
- Dia de bombons, rosas e reflexões
- Dia mundial do trabalho
- Dirce e Santos: vozes da periferia
- Direções opostas
- Edificando presentes
- Educação no domingo de carnaval
- Eis o espírito
- Eles foram ao teatro
- Em busca do coração da mídia
- Encontros
- Encontros com Rosema Branca
- Enquanto você crescia
- Entre flores e guirlandas
- Escola muda que não muda
- Esqueci que estava na escola
- Eu me confesso
- Eu sou ninguém
- Eventyr
- Exercício de escritor
- Extraordinária forma de felicidade
- Falar da boca para dentro
- Fantasmas da vida inteira
- Festa junina, eterna novidade
- Fragmento 50
- Fragmento 51
- Fragmentos da Vila Nova
- Fragmentos de janeiro
- Fragmentos de Mário de Andrade
- Fragmentos sobre trilogias e mitologias contemporâneas
- Histórias de Aristides
- Hoje é seu dia
- Homenagem ao Tom
- Honestidade intelectual do mestre
- Humanismo XXI
- Indenização mental
- Independência!
- Ingmar Bergman
- Intervenção desconcertante
- Jacy
- JJ: supimpa de Agrestina
- Jóia da periferia nao é depósito infantil
- Lobato e os livros para crianças morar
- Mãe: a força amorosa
- Manifesto do escritor contra a guerra


- Marinha
- Menestrel dos tons velados
- Minha vida é algo maior
- Momesso
- Na alegria autêntica do carnaval
- Mulher, teu nome é Eva

- Na noite em que morreu Jorge Amado
- Namorados eternamente
- Namorados são cartões postais
- Namorando nos quadrinhos
- Namorar solicita aperfeiçoamento
- Necessidade e utopia
- No belo presente
- No cine Saturno
- No coração da voz de um poeta
- No dia em que beijei
- No dia em que Chico passeou em Sampa
- No dia em que Mauro foi devolvido
- No galope da imaginação desembestada
- No Jardim Lisboa
- No dia em que o encontrei
- No laboratório da informática
- No meu barquinho
- No tempo em que a palavra Gal rimava
- Noite de domingo
- Noite no Memorial
- Nos dias em que eu colhia vaga-lumes
- O Achado
- O amor urbano de Zuli de Arrebatá
- O avião
- O avião do Brasil
- O avô Pedro
- O banco e a pizza
- O belo que o alheio produz
- O breu
- O cachorro morto
- O casamento da primeira dama
- O cavalo não dança tango
- O cavalo no asfalto de Itaquera
- O céu também é das mulheres
- O cine Ipiranga fechou
- O circo
- O círculo do rabo amarelo
- O cofre
- O colecionador de lápis de cor
- O companheiro do Justiceiro do Sertão
- O cravo brigou com a rosa
- O depósito de bananas
- O discurso do pai da noiva
- O elefante verde
- O escritor e a lagarta
- O escritor é...
- O espírito da rã
- O eterno zelador das sementes
- O escritor é
- O equilíbrio universal
- O espírito da multidão
- O eu lírico na realeza
- O fast food mental
- O ferroviário
- O filme que virá
- O galinheiro
- O guerreiro dourado está chegando
- O homem do olho de peixe e outras vidas
- O homem que apodreceu
- O homem que lia demais
- O instante eterno
- O lugar primordial
- O menino no trem
- O meu romance
- O mistério do papa-figo
- O Natal não desiste
- O ogro dançou
- O ouro azul do futuro
- O pai e o filho
- O pai nunca se vai
- O passeio dos cavalheiros
- O peixe subiu a serra
- O preço alto da flor indomável
- O preço de Julieta
- O professor Antonio Dias Neme
- O pronome do amor maior
- O público não é otário
- O que está longe é melhor
- O radicalismo que conserva
- O rato e a criança
- O sabor passa pela boca
- O ser poético
- O significado literário
- O sol da Laurinha
- O soldado da Maria mole
- O sorveteiro do Brás
- O tempo que conduz
- O termos equivocado
- O trovador da Central do Brasil
- O trovador e a gangorra
- O velho que veio de Santos
- Oito de março está chegando
- Olhando tardiamente para você
- Olhando-se para a frente
- Oração dos educadores
- Os eucaliptos manchados de dor
- Os que nascem em abril
- Pai de brincadeira, pai de verdade
- Pai não é sagrado
- Paraísos
- Passeando com a curupira
- Pequeno ensaio para uma genealogia da alma contemporânea
- Pirilampos de Natal
- Poetas da alma do Brasil
- Poetizando Paulo Freire
- Presente amoroso chamado mãe
- Quase dezembro
- Quem conta um conto aumenta o encanto
- Quem faz o que pode faz pouco
- Reflexões em dezembro
- Reflexões na fortaleza da solidão
- Reflexões sobre a literatura infantil
- Rumo ao Viaduto do Chá
- Sobre a literatura infantil
- Sou cigarra e formiga
- Seres encantados do Brasil
- Tem um poema de Ferreira Gullar
- Tesouros não morrem
- Três dias seguidos...
- Tom maior
- Tudo é como está
- Um novo estatuto para o homem do Brasil?
- Um pardal pousa num galho
- "Valha a pena" já se foi
- Vidas terceirizadas
- Vontade abençoada chamada Natal
- 26 de agosto

 


Marciano Vasques, 
escritor, poeta e professor 
São Paulo, SP
marcianovasques@hotmail.com  

http://www.riototal.com.br/escritores-poetas/expoentes-023.htm
www.marcianovasques.hpg.ig.com.br