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SILVIA
PELLEGRINO
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Silvia
Pellegrino Freitas da Rocha nasce como segunda filha do casal
Antonio Pellegrino e Edith Bodstein Pellegrino, na cidade de Rio
Brilhante, Mato Grosso do Sul. Tem uma infância feliz até os dez
para onze anos quando falece seu pai. A mãe vem com os cinco
filhos para o interior do Paraná.
Em
1969 casa-se pela primeira vez e vem a ficar viúva em 1974. Do
casamento resta-lhe seu único filho Maurício Antonio Pellegrino
Adamowski. Muda-se para Curitiba, no Paraná, onde presta
vestibular para Direito na Pontifícia Universidade Católica do
Paraná. Conclui o curso em 1979. Leciona Instituições de
Direito Público e Privado e Direito do Trabalho na Fundação
Estudos Sociais do Paraná, enquanto trabalha como escriturária
no Banco Central do Brasil, época em que se casa com Paulo
Roberto Freitas da Rocha.
Posteriormente
é comissionada Procuradora do Banco Central do Brasil e passa a
exercer a advocacia por longos anos até aposentar-se em 1996,
quando resolve dedicar-se exclusivamente ao seu maior sonho:
escrever.
"A
Sacerdotisa" seu primeiro livro é editado primeiramente
em dezembro de 1998, com recursos próprios e tiragem de 3000
exemplares. Coloca seu livro à venda em várias livrarias,
inclusive na Livraria Siciliano. Esgota em março de 1999 a 1a.
edição. Com recursos escassos procura o colega e editor José
Ernani de Carvalho Pacheco, da Juruá Editora, e coloca seu livro
sob a apreciação dele e de sua equipe.
Em
seguida assina contrato de edição de "A Sacerdotisa"
com a Juruá Editora.
O
seu atual romance "Alquimia da Transformação"
segue a mesma arquitetura de narrativa sutil. Ao seu estilo a
autora impregna o leitor de otimismo, amor e coragem, despertando
emoção e suspense.
Neste
ano de 2000 o romance "Alquimia da Transformação"
será editado inicialmente na forma virtual na RedesTV - Servidor
do MundoImaginário, para posteriormente ser editado na forma
tradicional.
Atualmente
a autora está escrevendo o seu terceiro romance "A
Imperatriz do Brasil". Esta é uma obra que está
empolgando a escritora, pois fala de uma personagem histórica de
sua terra - a Princesa Isabel - . Não se propõe o romance a ser
uma obra histórica, porém mantém o estilo da romancista de ficção.
Além
desses romances a escritora tem vários contos como por exemplo Nova
Inconfidência, Lembranças Infantis e crônicas como A
Dama da Abolição, O poeta e a dor, com os quais
participou de concursos e atualmente vem colocando como colaboração
em várias revistas eletrônicas, como é o caso do Magazine Cá
estamos nós, da Revista Eletrônica Rio Total.
A
escritora Silvia Pellegrino permanece com sua residência
em Curitiba, no Paraná e mantém duas páginas na internet,
endereços virtuais onde podem ser encontradas suas obras mais
detalhadamente :
http://www.geocities.com/~rebra/autoras/150port.html
http://www.artecult.com/silviapellegrino/
e-mail:
silviapellegrino@artecult.com
O livro A
Sacerdotisa da escritora Silvia Pellegrino Freitas
da Rocha agora encontra-se à venda pelos sites
Brasil, país de
incultos.
Silvia
Pellegrino
A literatura
brasileira está carente de espaço. Existe uma gama enorme de
novos escritores produzindo dentro do país, porém inexiste quem
os encontre. Nem os críticos e muito menos os leitores sabem o
que eles estão produzindo. Um exemplo típico desta assertiva é
o completo anonimato de tantos autores. Não se encontram críticas
sobre suas obras e muitas das vezes não há como encontrá-las
nas prateleiras das livrarias. Há um total desconhecimento do
movimento intelectual que está ocorrendo no país, não se sabe
se por desestímulo do próprio escritor, ou por falta de
interesse de quem deva encontrar novos talentos, ou ainda porque
mesmo quando as editoras resolvem editá-los, ninguém se
interessa em mostrar esse trabalho, seja através da mídia
falada, escrita ou televisiva, ou o que é pior, as livrarias
relegam às prateleiras empoeiradas essas obras de desconhecidos.
Depois, muitos ainda assinam artigos dizendo que o brasileiro não
lê e o Brasil compreende um povo inculto. Ocorre que o brasileiro
comum quer ler algo que tenha a ver com sua realidade, discutir os
problemas por ele vivenciados, encontrar lugares que ele já viu
ou ouviu falar. Não resta dúvida este é um país de poucas
oportunidades a muitos e muitas a poucos. Desta forma as obras de
tantos escritores ficam relegadas ao esquecimento. E que dirá da
total impossibilidade desses escritores de trazer maior
oportunidade de conhecimento não formal a tantos brasileiros que
estão à espera de algo novo. Porém, o sistema prefere relegá-los
a fazer parte da massa ignota. Além disso parece que o gosto de
muitos impende mais a enaltecer escritores estrangeiros. Não que
a arte não deva ultrapassar fronteiras, longe disso, mas esquecem
que essa continua a ser a leitura dos poucos e não dos muitos.
Depois toda versão peca na sua capacidade de repassar o
sentimento do autor. Não consegue, por melhor que seja a versão,
transpor para uma nova língua aquele momento de criação da
obra.
Não se pode
culpar um povo de sua incapacidade se não lhe proporcionam
oportunidades. A televisão brasileira tem preferido os programas
de música, humor e novela. Esta última é a única forma que se
aproxima do que se possa chamar literatura. Claro não se pode
negar a força das novelas, inclusive como um produto de nossa
cultura, e merece todo o aplauso. Mas não se há de dizer que um
programa cultural não dê índice de audiência. Tal assertiva
seria inverídica, posto que pode se perceber a carência do
telespectador, neste sentido. A carência é tão premente que
basta ver o programa show do milhão do SBT. O índice de audiência
do programa é altíssimo. Não há falar-se que as pessoas o
assistam para saber quem vai ganhar mais dinheiro no programa,
mas, antes, para conhecer as perguntas e testar o próprio
conhecimento. E conhecimento, é bom que se ressalte, encontra-se
em livros. Porém é sofisma dizer-se que o brasileiro não gosta
de ler por isso é um povo inculto. A culpa é do sistema que quer
impingir-lhe versão de histórias estrangeiras, de uma realidade
que ele desconhece. Somente após a leitura de livros que engajem
o brasileiro comum em sua realidade ele poderá crescer, conhecer
e ter prazer em outras culturas. Daí sim o povo brasileiro gostará
de ler e se transformará num povo culto, tendo inclusive gosto
pelos livros estrangeiros. Este sim é um silogismo categórico.
Na web as
oportunidades se abrem em leque, e os escritores além de terem
seus sites pessoais ou suas organizações na rede ainda encontram
Magazines, Revistas Eletrônicas e muitos outros espaços onde
lhes permitem mostrar seu trabalho. Agora com os livros
digitalizados as oportunidades aumentaram. Espera-se apenas que
esse meio de comunicação fique cada vez mais popularizado,
principalmente com a internet grátis, e possa atingir um sem-número
de brasileiros, abrindo para eles a oportunidade de conhecer
melhor sua própria cultura e o movimento cultural que está se
agigantando dia a dia, e tantos excelentes escritores que discutem
com autoridade intelectual de uma forma prazerosa a realidade de
nosso país, ou então que despertam a consciência crítica do
leitor em seus textos elegantes e bem elaborados. O progresso está
aí e espera-se que a web possa mudar essa realidade muito em
breve.
Silvia
Pellegrino, entrevistada pelo jornalista Carlos Leite Ribeiro, está em
Cá
Estamos Nós