Helena
de Sousa Freitas nasceu em Lisboa a 5 de Janeiro de 1976, mas residiu
sempre em Setúbal, cidade relativamente calma e enquadrada por espaços
naturais repousantes e de grande beleza - caso do Estuário do Sado ou
da Serra da Arrábida. Desde
pequena que aprecia a leitura e a escrita, mas a sua aspiração inicial
a ser médica veterinária levou-a a estudar durante largos anos na área
de Ciências. Já na adolescência foi 'apanhada' pelo boom
do idealismo ecológico, tendo-se tornado militante da 'Causa Verde', em
cujos princípios continua a acreditar. Apesar de ser membro fundador do
GISA - Grupo de Intervenção e Sensibilização Ambiental, a sua dedicação
prática tem vindo a diminuir à medida que o tempo livre também
escasseia. Em
1994 ingressou no curso de Ciências do Ambiente da Universidade de Évora.
Uma certa melancolia que a cidade inspirava, associada a uma crescente
desilusão com as matérias do curso - que não eram as que esperava -
favoreceram a necessidade de escrever e acabaram por determinar, já em
1995, a mudança para a área de Letras. Neste
mesmo ano, entra para o curso de Comunicação Social, na Escola
Superior de Educação de Setúbal, onde se licenciou no presente ano.
Durante o curso, integrou a equipa do jornal on-line
Mundus, entretanto desactivado, vindo posteriormente a colaborar, na área
da cultura, para o semanário digital Setúbal na Rede (http://www.setubalnarede.pt).
Actualmente
é jornalista na Agência Lusa, em Lisboa, e coordenadora da secção de
Natação do Infordesporto Online (www.infordesporto.pt). Como
aprecia bastante executar e ver fotografia, a preto e branco ou a cor,
participou em 1998 e 1999 na Exposição 'Olhares', que esteve patente
no Instituto Politécnico de Setúbal. Desde
1994 que publica com alguma regularidade em revistas e jornais, ou nos
seus suplementos juvenis, tendo em 1999 iniciado a publicação em livro
e na Internet. É
difícil recordar agora em que etapa da minha vida comecei a considerar
a escrita com maior seriedade, além dos diários e dos poemas da
adolescência, mas penso que escrever para o DN Jovem e ter feed-back
foi decisivo nessa mudança. De
tal modo me viciei em escrever ‘estórias’ e poesia que hoje me
parece impossível viver sem a escrita. Para todo o lado levo papel e
caneta e, se estiver sem nada para fazer, começo de imediato a
alinhavar ideias, a tomar notas, seja em casa, no autocarro ou na praia. O
facto de ser jornalista leva-me a contactar diariamente com as situações
mais diversas (muitas vezes bastante caricatas), havendo algumas que
retenho, sem mesmo me aperceber, e que se revelam uma imprescindível
matéria-prima para a ficção. Não
tenho, por enquanto, períodos certos para me sentar ao computador e
delinear um novo texto, mas tento ser ordeira quando pego nos
apontamentos para os corrigir e alinhar. Cheguei a considerar a noite
como a melhor altura do dia para escrever com calma mas - com o tempo a
fugir-me cada vez mais – passei a recorrer também às manhãs e às
tardes.
Aurora - Primeiro prêmio "25 Abril" Duas
Pinceladas num Quarto de Tela - Conto
erótico premiado
Endereço digital: www.helenafreitas.ezdir.net
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