Arlete M. dos Reis



 

Atualizado em 16/02/2008
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A ESCOLA DA VIDA
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Quanta coisa a vida ensina,
Pelo nosso caminhar
Preocupados com o ganha-pão
Não notamos o aprendizado.

Quando jovens somos impulsivos
Não perdoamos o que nos contraria
Queremos mudar o mundo
Achando que estamos certos.

O tempo passa depressa
Amadurecemos com os problemas,
Com as perdas de entes queridos,
Com a ingratidão de quem amamos.

Começamos a descobrir
Que nada podemos mudar,
Cada um traz suas raízes
E isso nos faz pensar:

Regras, cada um tem as suas
Carinho, consideração, gratidão,
Não encontraremos em todos,
Portanto, vamos nos libertar
E deixemos de cobrar
O que não podemos mudar.

 

Arlete Moreira dos Reis

 


 


 


arletemr@ig.com.br

Arlete Moreira dos Reis, foi uma menina sonhadora.Tudo para ela foi muito difícil. De família humilde, o pai cearense e a mãe operária do Moinho Inglês, ela achava que embaixo da enorme pedreira, que era o fundo do quintal de sua casa, havia pessoas conversando, tocando, e colocava o ouvido na pedra para ouvi-las todos os dias. Era sua imaginação. Não tinha muito com o que brincar e para ela e o irmão conjecturarem o que os habitantes subterrâneos estavam fazendo era a maior distração e também o segredo dos dois.

"Continuo sonhando em ver um Brasil sem fome, sem analfabetos, com suas riquezas preservadas, seus velhos e índios respeitados. Peço a Deus que não seja uma utopia."
 

Leia suas crônicas no Coojornal: www.riototal.com.br/coojornal/arletereis.htm  e suas poesias em Escritores e Poetas: www.riototal.com.br/escritores-poetas/expoentes-020.htm