Marciano Vasques

Arquivo de seus poemas

Atualizado em 18/08/2007
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DÓIA
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Dóia, Dóia,Dóia,
Preciso que compreendas
a natureza desse amor.

Dóia, já doía assim
sem eu dar valor,
A tua ausência em mim.
Sou o charco dessa dor.


Dóia, Dóia, Dóia,
Preciso que satisfaças
a beleza desse amor.


Se deixasses o teu dono,
Eu te cobriria no abandono
De uma tarde sem juízo.


Dóia, ninguém recusa
as profundezas
de um amor assim vulgar.
Amor assim tão nóia,
não se pode desprezar.


Se pensas em resistir,
eu ensino a ceder.
O melhor da vida
já nasce no querer.


Dóia, Dóia, Dóia...
 


Marciano Vasques


 


Costumo dizer que escrevo desde o berçário. Tenho três filhos lindos, amores eternos, e sou muito feliz por poder escrever e ter onde plantar o que escrevo. Moro em Fortaleza, e trabalho com computação gráfica, que é outra maneira de fazer poesia... com imagens, tenho um projeto sobre poema em imagens, facilitando assim a leitura para aqueles que não costumam ler poesia. Um prazer levar a vocês um pouco da minha visão deste nosso mundo e os sentimentos que nele pousam..., deixando em mim seus sussurros...!
 

silsaboia@terra.com.br