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Restos de esperança
Planeta de águas claras a refletir
A beleza do horizonte
E a esperança no porvir...
Um só pensamento segue adiante
Neste tempo que há de vir
Uma fé pura e contagiante
Que leve este povo a refletir,
Ao ver no céu um sol escaldante
E a geleira no pólo ruir
Deixando bloco de gelo flutuante
Fazendo a água do mar assim subir...
Como pode ser tão cego e confiante?
Que não vê este mundo ruir!
Alto o preço por ser um povo ignorante
Que só faz ao seu planeta destruir
Porque não ser um povo atuante?
Replantar, reflorestar e despoluir.
Sorrirá a natureza radiante
E deixará a ameaça de existir
Se a poluição deixar de ser constante
Será a próxima geração a reconstruir
Assim renascerá forte e triunfante
Sem os poluentes para agredir
Este planeta AZUL cintilante!
Luis Carlos Mordegane
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Nascido em São Bernardo do Campo - SP, casado, funcionário público municipal,
escritor e poeta. Começou a escrever jovem ainda, porém, só atreveu-se a sair do
anonimato no início de 2001 quando adentrou as veredas da poesia chegando aos
contos e crônicas.
Mordegane entende que, todo texto, tendo cunho social ou não, é formador de
opinião e resgata valores morais, éticos e sociais.
Dentro de um mundo racional e capitalista, competitivo, os textos podem também
resgatar a essência do amor. Luís Carlos Mordegane é membro do Movimento Poético
Nacional e, é também, autor de três livros impressos: Eu, Um Velho Menino; A
Casa do Fim da Rua e A Magia Dos Rondeis de Um Velho Menino. Participou ainda de
diversas antologias.
eu_umvelhomenino@yahoo.com.br
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