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NATAL
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Deixo dos olhos a lágrima ímpar
E no vazio de minhas incertezas
Não permito da descrença fazer par
No mostrar da falta de proezas
Com minhas mãos juntas ao peito amigo
Do amigo sinto fugir do ser comum
E digo sem poder estar contigo
Nas contas que faço ao contar de um
Encontro beira na estrada de pó
Salvo pelo brilho da presença
Em linhas da Verdade não sou só
Sinto da palavra nascer quem conduz
Do mundo ao falar da Esperança
No Amor e na Paz do Amigo Jesus!
Ramoore
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Dizer do poeta é usar da pena com pena de confessar o pecar
na liberdade. E usando do livre arbítrio, confesso do escrever buscando da arte
fazer arte. Não me prendo a estilos literários, sempre em meus versos, deixo da
alma poética tomar as rédeas da ação. E, em reação da consulta constante ao Pai
dos Burros (dicionário), procuro dizer da coerência.
Escrevo há algum tempo, desde os tempos da adolescência. Agora, chegando à
terceira idade, creio que da liberdade, consigo separar usos e abusos. Às vezes,
usando de versos em diversos temas, esclarecemos, ou criamos dilemas. Mas,
mantemos a verdade de mostrar da vida, a vida em poesia.
Nome: Renato Alberto Moore
Idade: sessenta anos a completar em outubro deste ano.
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