Ramoore



 

Atualizado em 09/02/2008
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Salamaleques e Chorumelas...
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Em meio ao toque sem meios de retoques
Deixei do telefone cair no solo
Fugindo da confraria nos devaneios
Risco da agenda abrigar colo

Matuto do primor ser muito pouco
Da galhardia intuindo vã premissa
Lembro do jocoso em ardil mouco
Ter do trato em sobra de remissa

Apregoando ao nobre dissimulado
Fico com cara de poucos amigos
Em mãos frias pressinto ficar calado

Olho dos pés procurando linhagem
Da verdade não tenho inimigos
Vivo na lua e no sol por vadiagem...


Ramoore
 


 


Dizer do poeta é usar da pena com pena de confessar o pecar na liberdade. E usando do livre arbítrio, confesso do escrever buscando da arte fazer arte. Não me prendo a estilos literários, sempre em meus versos, deixo da alma poética tomar as rédeas da ação. E, em reação da consulta constante ao Pai dos Burros (dicionário), procuro dizer da coerência.
Escrevo há algum tempo, desde os tempos da adolescência. Agora, chegando à terceira idade, creio que da liberdade, consigo separar usos e abusos. Às vezes, usando de versos em diversos temas, esclarecemos, ou criamos dilemas. Mas, mantemos a verdade de mostrar da vida, a vida em poesia.


Nome: Renato Alberto Moore
Idade: sessenta anos a completar em outubro deste ano.

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