Tchello d'Barros
 


 

abril 2014
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Tchello d'Barros 

entrevistado p/ a Revista RIO TOTAL, em abril 2014,
por Beto Palaio escritor, pintor e promotor cultural.


Tchello d’Barros, escritor e artista visual nascido em Santa Catarina, depois de andar muito mundo afora, está radicado no Rio de Janeiro, onde dedica-se ao Cinema também. Além das mais de 90 exposições em que já participou e cerca de 40 antologias literárias, publicou os livros de poemas “Olho Nu”, “Palavrório”, “Letramorfose”, Olho Zen” e “A Flor da Pele”.

A PRESENÇA PLURAL DE TCHELLO D´BARROS NA ARTE BRASILEIRA

Desde que o mundo é mundo o artista surge como um guardião de segredos nem sempre decifráveis. Alguns atribuíram mágica ao fazer artístico, outros que o artista seria o xamã, um tipo de feiticeiro da tribo. Eis que surge um artista plural que processou como ninguém a pós-modernidade que absorve a criação a partir de fenômenos culturais recentes como o cinema e a televisão. Tchello d’Barros seguramente é o novo xamã do multitexto associado à poesia visual que notadamente, a partir de estímulos oriundos das artes gráficas, ou de um tipo de renascimento do Push Pin novayorkino, criou todo um arsenal de signos que nos remetem novamente ao segredo artístico, mas desta vez com a vantagem de estar atrelado ao cotidiano e ao uso das novas mídias, de maneira especial a identificação com as mídias interativas surgidas após a disseminação da Internet. Independente de tentarmos enredar Tchello d’Barros na tradução do seu fazer artístico, é sempre um prazer imenso estar diante de suas produções. Algo que nos atinge de forma muito especial, já que Tchello não faz nenhuma questão de ser hermético, pelo contrário, nos apresenta sua arte de forma multíplice, é verdade, mas que em suas mãos se tornam algo descomplicado, como só a verdadeira arte pode ser.


1 - Rio Total: Tchello, conte do início de sua carreira. Quando você disse para si mesmo: eu sou um artista, vou tratar de viver do que realmente gosto de fazer?

Tchello d’Barros: Bem, embora eu tenha nascido na pequena e bela Brunópolis (SC) e, ainda com a família, ter morado em mais umas dez cidades depois, creio que essa decisão começou a se desenhar quando tive que prestar o serviço militar, no 1º Batalhão Ferroviário, em Lages (SC). Eu olhava para aquela metralhadora em minhas mãos e imaginava que aquilo poderia ser um pincel. Segurava uma granada imaginando segurar um tubo de tinta. Então, assim que retornei para a vida civil, para sobreviver fui trabalhar como desenhista gráfico e de estamparia. Já em Blumenau (SC), comecei a apresentar meu trabalho autoral em pinturas e gravuras. Depois isso se expandiu para outras expressões visuais como as infogravuras, fotografias e até mesmo algumas instalações. Não contente, fui ampliando a formação, fazendo dezenas de cursos, workshops e oficinas, expandindo o trabalho criativo para a Literatura, o Teatro e mais recentemente, para o segmento Audiovidual (Cinema, TV, Videoarte). E boa parte de meu portfólio foi produzido em Maceió (AL) e Belém (PA), cidades onde morei e ampliei a formação e a experimentação de linguagens, propostas, temas e estilos. Agora, radicado no Rio de Janeiro (RJ), comemorando duas décadas de atividades artísticas, inicio uma nova fase, acreditando que será um longo e prazeroso período de consolidação de meu trabalho. Sinto que o melhor ainda está por vir...

SONETO DAS DITADURAS - poema visual da série Convergências - Tchello d'Barros
SONETO DAS DITADURAS - poema visual da série Convergências


2 – RT: Sei que está no Rio de Janeiro em função de seus projetos no Cinema. No entanto te encontro quase sempre nos saraus poéticos da cidade onde você exibe suas joias criativas que unem a palavra à grafismos que são sua marca registrada. Você, multimídia que é, poderia dizer qual é o Tchello que mais te agrada ser?

T. d’B.: O fato é que nessa trajetória tive o privilégio de participar de, por enquanto, mais de vinte produções audiovisuais, envolvendo Cinema, TV, Documentários, Videoartes e afins. Então, nada melhor que o Rio de Janeiro, polo de Cinema, para obter uma formação acadêmica na área. Mas aqui é polo de tanta coisa... diria que é um polo de poetas também, a gente vai num evento cultural, entra trombando em escritores, sai tropeçando em poetas! Como se não bastasse, há essa profusão de saraus de poesia, nos mais variados formatos e, adepto que sou da tradição da poesia verbalizada, pratico essa oralização do poema soltando o verbo em pelo menos meia dúzia desses tão necessários encontros de pessoas que amam o fazer poético. Então, dependendo da proposta, para além desses momentos de declamação, eventualmente apresento meus poemas visuais em exposições, varais, instalações, projeções e mostra de meus vídeos também, um trabalho que, para além desses momentos presenciais, se estende pelas redes sociais, blogs e diversos sites de artes. Então, além da possibilidade de privilegiar esta ou aquela linguagem de expressão artística – para mim, são todas facetas de um mesmo eu – creio que o que mais me agrada ser é o mesmo de sempre, um sujeito que nunca está contente com os resultados estéticos alcançados e que sempre se autodesafia a se superar para alcançar novos patamares. Mas isso tudo, sem a pretensão de se levar muito a sério...

Painel com 100 NOMES DE JANGADAS - Tchello Barros
Painel com 100 NOMES DE JANGADAS


3 – RT: Quando te conheci, primeiramente no mundo eletrônico há uns 10 anos, eu te imaginava um poeta viajante. Entre tantas cidades que você visitou e lugares que morou, qual desses locais te marcou mais?

T. d’B.: Pois é, o mundo eletrônico, mais que um território de diluição de fronteiras geopolíticas é também essa alternativa de expansão, posicionamento e visibilidade para o trabalho de qualquer artista. Tenho proliferado meu trabalho pela Web desde que ela se tornou acessível para nós cidadãos comuns, pois sempre acreditei que “o artista deve ir aonde o povo está”, e o “povo” está cada vez mais online. Mas, falando em viagens, uma prática que penso em nunca abandonar: quando começa a formigar muito a sola do pé junto de uma certa palpitação na retina, sei que tá na hora de mais um vez botar a mochila nas costas, meter o pé na estrada e sumir pelo mundo por algum tempo, para bem longe de tudo e de todos. Tais sumiços alimentam esse desejo da íris e da pupila em desatar a linha do horizonte de vez em quando, exercitar a alteridade mergulhando em culturas diversas, conhecer outras visões de mundo, sons, sabores, sotaques e línguas. Quanto mais longe de nosso entorno, quanto mais distante de nosso cotidiano, maior o encontro consigo mesmo. São deambulações exploratórias, já que não viajo como turista. Então, em vez de citar as grandes capitais europeias ou os ricos sítios arqueológicos visitados em nossa América subequatorial, rememoro agora algumas vivências bem brasileiras mesmo, como encontrar a mítica Pedra do Ingá (PB), com suas inscrições rupestres até hoje ainda não decifradas; o lugar onde tombou Antônio Conselheiro, na extinta Canudos (BA); o túmulo de Padre Cícero e os meninos rezadores de benditos, em Juazeiro (CE); o local da batalha da derrota dos holandeses, no monte Guararapes (PE); a gruta onde Lampião e Maria Bonita encerraram sua vida de cangaceiros em Sergipe; a navegação pelo cânion do rio São Francisco, em Xingó e as cidadelas onde Frei Damião teria cometido alguns milagres (AL); as missas em cavernas na cidade peregrina de Bom Jesus da Lapa (BA); as cinematográficas cavernas de Botuverá (SC); caminhar sobre a Linha do Equador, em Macapá (AP); as experiências místicas nas comunidades esotéricas do Vale do Amanhecer (DF); beber o chá de hoasca (ahyuaska) na floresta amazônica (PA); dançar o Toré com o povo indígena da etnia Kariri-Xokó (AL); o encontro com repentistas e cordelistas em Olinda (PE); nadar nas ondas das praias de água doce, na Ilha do Marajó (PA); a degustação do sururu nas ruínas da Ilha de Alcântara (MA); a vertiginosa travessia de trem pelas escarpas da Serra do Mar (PR); conseguir um pedaço da imensa e simbólica corda do Círio de Nazaré (PA); encontrar os desenhos líticos do ancestral povo Sambaquiano nas pedras da Ilha do Campeche (SC); participar das oferendas de cultos afrodescendentes na praia de Pajuçara (AL); e mais um caudal de errâncias e peripécias de um viajor cuja curiosidade é meio que sem limites, mas que o bom senso pede para parar esse relatório por aqui mesmo, sob o risco de cansar os leitores... Engraçado, respondendo isso, me dou conta de uma certa formigação na sola do pé...

Exposição fotográfica CRÔNICAS DE RUA - Tchello Barros
Exposição fotográfica CRÔNICAS DE RUA


4 – RT: Como editar revistas também é seu forte, conte desse seu lado editor e de sua experiência nesse segmento.

T. d’B.: A produção artística e a relação com os meios de comunicação, em suas diversas mídias, sempre foram para mim uma via de mão-dupla, pois os veículos impressos, eletrônicos ou digitais onde já trabalhei ou me concederam a oportunidade de publicar, acabam cumprindo essa mediação entre a criação e seu acesso ao público, além de constituírem um material documental para futuros pesquisadores nesse nosso “país sem memória”. Por mais que os meios de comunicação de massa de nosso tempo caminhem cada vez mais para os âmbitos digitais/virtuais, mantenho um certo fetichismo pelo livro, pela revista, pela impressão gráfica em geral. E as revistas - sobretudo as de enfoque cultural - têm esse charme que transita entre o livro e o jornal, a elegância do casamento entre um formato adequado e um projeto gráfico daqueles de encher os olhos, tudo isso para receber um conteúdo seleto, desses que nos faz até mesmo colecionar os exemplares. Em revistas impressas já publiquei poemas, contos, crônicas, ilustrações, fotografias e ensaios. Entre as que editei, menciono na Amazônia a Revista Você, impressa em Belém (PA), cuja coordenação editorial me permitiu abrir portas para a veiculação de textos e imagens produzidas por muitos profissionais de diversos lugares do Brasil e até do exterior. Publicar uma revista, seja física ou virtual é, e sempre será, uma grande descarga de adrenalina! E se tiver festa de lançamento a cada edição, melhor ainda...

Desenhos da série PERSONAS ÍNTIMAS - Tchello Barros
Desenhos da série PERSONAS ÍNTIMAS


5 – RT: Entre os artistas plásticos e poetas que mais admira, qual deles realmente te influenciou? Com o declínio do uso das artes gráficas no sentido tradicional (pincel e tintas) e com o uso globalizado da informatização, com quais dos meios você ficaria?

T. d’B.: Acredito que as influências estéticas sempre podem ser um caminho interessante – e rico – para que alguém possa encontrar seu próprio caminho, seu estilo, sua linguagem, seu arco temático e assim, abrir as portas de seu potencial criativo até que surja sua voz pessoal na arte, até que surja aquele conjunto de elementos que podem conferir para determinado artista o conceito de uma identidade própria. Citar nomes talvez seja um mapeamento de confluências ou referências estéticas, poéticas e até mesmo filosóficas, então, ao menos no dia de hoje, os primeiros nomes que me vêm à mente são: Peter Greenaway, no Cinema; Jean Rouch, no Documentário, Nam June Paik, na Videoarte; Moebius, no Desenho; Joan Brossa, na Poesia Visual; Keith Haring, na Pintura; Anish Kapoor, na Escultura; Bertolt Brecht, no Teatro; James Joyce, na Prosa e Ezra Pound, na Poesia. Nunca tive qualquer intensão de confluir elementos de estilo dessa minha família espiritual em meu trabalho, no entanto há teorias que afirmam que tudo quanto fazemos tem um quê de intertextualidade com as referências que povoam nosso subconsciente... Mas nunca penso nisso, apenas sigo em frente, produzindo a partir de intuições internas. E, sobre o dilema nas artes plásticas entre a tradição dos materiais X recursos informatizados, para mim sempre será priorizado aquele insubstituível prazer de produzir uma imagem pelo contato da tinta ou do grafite sobre alguma superfície. Ocorre que eventualmente finalizo os trabalhos em softwares de computação gráfica, pois são coisas de nosso tempo. Não duvido que Wasarelly e M. C. Escher fizessem o mesmo, fossem nossos contemporâneos...

Roteiros, Direção e Produção no Audiovisual brasileiro - Tchello d'Barros
Roteiros, Direção e Produção no Audiovisual brasileiro


6 – RT: O Humberto Mauro falava que “cinema é cachoeira”. O que você planeja (ou já cria) dentro desta especialidade imagética tão mutante?

T. d’B.: Penso que o Humberto Mauro com seu papel de precursor e pioneiro, ainda vai contagiar muita gente com seu legado de paixão pela sétima arte. Ainda mais que o Cinema brasileiro vive um de seus períodos mais férteis, mais prolíficos, seja pela facilidade dos novos equipamentos digitais de produção, edição e exibição, seja pela ampliação de editais, festivais e a própria veiculação pela Internet, sem depender dos grandes estúdios ou de cartéis de distribuidoras. Minha modesta contribuição tem sido basicamente participar de alguns projetos por aí. Antes de vir para o Rio, roteirizei e dirigi o documentário Boi Misterioso, na Ilha de Caratateua, no Pará e participei como ator fazendo uma ponta no filme alemão Perdidos no Amazonas. Já no Rio, roteirizei e dirigi o curta de ficção Namorada e tenho realizado a Fotografia de Still em alguns projetos de colegas cineastas. Quero um Cinema brasileiro menos refém de mercado, mais autoral mesmo, e acredito que essa arte imagética, sempre tão mutante e sempre evoluindo ainda vai se distanciar do que muitos chamam de uma literatura filmada, penso que vai se aproximar mais de uma pintura em movimento. No meu caso pessoal, além do foco principal na produção de roteiros, existe essa intenção de futuramente diversas criações textuais e visuais de meu portfólio possam receber som e movimento. Uma prévia são os mais de trinta vídeos que já postei em meu canal no Youtube. Enfim, o horizonte promete que minha produção simbólica aos poucos estará acessível também a 24 quadros por segundos...

Peça teatral OUTRA JAULA APRA POUND - Tchello d'Barros
Peça teatral OUTRA JAULA APRA POUND


7 – RT: Numa de suas mostras de Poesia Visual, os signos que cria são alinhados como na escrita japonesa. Nessa linguagem, esses símbolos icônicos propõem uma nova proposta em linguística?

T. d’B.: Tendo criado meu primeiro poema visual em 1993, intitulado Preconceito, hoje essa produção em poesia experimental já constitui um acervo de duas mostras que tenho apresentado em exposições e eventos culturais Brasil afora. Uma delas é a Convergências, constituída basicamente de poemas visuais, projeto cuja exposição física dos trabalhos acompanha uma projeção multimídia e palestra com oficina. Por enquanto já foi apresentada em espaços culturais de PB, AL, SC, RJ, ES, PA, RS e MG. A outra mostra, que tem o título meio esdrúxulo de Experimentalidades Idiossincréticas, comporta trabalhos pós-concretistas, a série Labiríntimos, os micro-poemas Poemínimos e outras experimentações semióticas com a linguagem, incluindo essa série de poemas verticais, os ideogramas ocidentais, que se aproximam visualmente da caligrafia Kanji do alfabeto chinês. A mostra foi apresentada inicialmente na FACHA Faculdade Hélio Alonso, no Rio de Janeiro, em 2013. Mas a resposta é não. Nananinanão! Não há uma intenção de apresentar uma nova proposta linguística, uma nova forma de comunicação ou algo que o valha. Diria até que se trata de ir numa direção contrária, pois esses ideogramas em alfabeto latino que publiquei inicialmente em meu livro Olho Nu, têm a premissa de, num lúdico exercício com nosso idioma, brincar com um resgate estilístico de como teria começado a linguagem humana, com pequenos fonemas imitando os sons da natureza, daí a proposta das palavras curtinhas, basicamente monossílabos (mais / luz / do / que / o / sol / do / meu / céu / só / o / som / do / seu / sim). O que ocorre é que esse trabalho tem encontrado caminhos alternativos para o acesso público, seja na forma de camisetas, calendários, adesivos, ímãs, gravações musicadas, painéis, instalações, ocupações, varais de poesia, grafismos, projeções, grafitti art e agora também numa versão experimental no vídeo Olho Nu, que tive a felicidade de ver selecionado no conceituado FILE Festival Internacional de Linguagens Eletrônicas, em São Paulo. Mas já pode também ser visualizado no Youtube e nas redes sociais. Ousaria dizer que, me parece, alguns poemas adquirem vida própria pois andam se multiplicando aqui e ali sem que a gente possa controlar isso. Desejo vida longa para eles...

Mandala da série PONTOS CONVERGENTES - Tchello d'Barros
Mandala da série PONTOS CONVERGENTES


8 – RT: Quais as metas para os diversos Tchellos que há dentro de você?

T. d’B.: Muito provavelmente decepcionando os leitores que chegaram até aqui, normalmente evito falar pontualmente dos projetos em que estou participando ou pretendo realizar pois acho melhor comunicar alguma produção (livro, filme, exposição etc) quando a mesma está pronta, quando está acessível ao público. Tolice isso, sei, mas prefiro não criar expectativas nas pessoas. O que eu talvez possa confabular por aqui, sussurrando baixinho, já que estamos entre amigos, é que para muito breve deverão acontecer mais duas exposições de Fotografia e nova itinerância de minha mostra de Poesia Visual, ou seja, pode-se contar nos dedos de uma mão o que falta para a realização de minha centésima exposição, entre coletivas e individuais. Vivemos em um país que para para ver um jogador de futebol fazer seu centésimo gol. Já um artista... Mas há também negociações bastante avançadas sobre dois roteiros novos e também um grupo teatral vem ensaiando uma de minhas dramaturgias. No paralelo de tudo, ando bastante ocupado com os desenhos de retratos que venho produzindo atendendo encomendas. Entonces, trabalho é o que não falta para esses Tchellos todos... Avesso à opção dos heterônimos, recentemente mandei fazer meia dúzia de clones meus, então, cada um cuida de um assunto: um circula pela universidade (dizem que esse é careca, veja só!); tem o Tchello das letras, que pode ser visto pelos saraus vociferando idiossincrasias metrificadas; há um mais introspectivo, o que desenha e pinta, esse é figurinha fácil nas galerias de arte em fins de semana; não faltam relatos de um que é visto por aeroportos, estações de trem, barcos e rodoviárias de cada cafundó... Há outros, claro, mas que talvez prefiram um certo anonimato, alguma privacidade, já que o meio artístico por vezes nos infere o ônus de uma certa exposição pública. Dito isto, agradecido, me despeço perguntando-me qual deles terá respondido essa entrevista...

 

Declamação no Congresso Brasileiro de Poesia - Bento Gonçalves, RS. 2013
Declamação no Congresso Brasileiro de Poesia - Bento Gonçalves, RS. 2013



 


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