Ano 22 - Semana 1.131


 Se conseguiste enganar uma pessoa, isso não significa que ela seja tola, isso significa que ela confiou em você mais do que você merecia.
(Charles Bukowski, poeta e romancista alemão)




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1º de julho, 2019

Dependência da opinião de terceiros


Adriana de Araújo


Algumas pessoas são extremamente preocupadas com o que "os outros" vão pensar sobre seus atos. Quem vive assim fica à mercê das ideias e pensamentos externos, sem ser capaz de pensar por si mesmo, avaliar e tomar uma decisão com segurança. É claro que as avaliações de outras pessoas podem servir como ótimos feedbacks e ajudar na estratégia de escolha em várias situações, mas não pode jamais ser a base de tudo. Se dermos a outra pessoa o poder e a condição de escolher o que é melhor para nós, perdemos nesse momento toda e qualquer condição de escolha, liberdade e autonomia.

Quem vive sem saber o que deve fazer, como agir, se portar e pensar, acaba perdendo autonomia, apresenta dificuldade de escolha e perde a liberdade de ação. Quem está atento excessivamente ao que "os outros" vão dizer, acaba muitas vezes por abrir mão de seus próprios sonhos, desejos e vontades. A preocupação exacerbada e até mesmo um comportamento inseguro em relação ao que os outros pensam sobre nós pode gerar grande desconforto e nos privar da nossa liberdade de expressão. Quando isso acontece é preciso rever o que está havendo, é motivo para refletir e mudar.

Ser capaz de sonhar, desejar o que se quer viver, conquistar e realizar é parte do processo de liberdade individual. Estar pronto para pagar o preço das ações e com isso enfrentar as pessoas que podem ser contra ou mesmo não entendem a necessidade desses desejos, se faz necessário. É importante saber negociar, conversar, expor os sentimentos e vontades. O diálogo nem sempre é fácil, porém é libertador. Saber ser assertivo sem ser agressivo é uma arte. Conseguir dialogar sobre o desejo sem precisar se impor de forma violenta é libertador. Quem sabe dizer não e manter-se inteiro é capaz de seguir a vida com tranquilidade de segurança, pois respeita a si e os outros.

Quem se preocupa com o outro e não vê as próprias necessidades acaba sofrendo duas vezes: por não saber se impor e conversar e por não ser capaz de realizar o que deseja.

Para facilitar a conquista e o desfrutar dos sonhos e objetivos é importante o diálogo claro e aberto com as pessoas à volta. Normalmente, o medo da rejeição, da punição e castigo são mais fortes e bloqueiam a tomada de decisão.

Para desenvolver atitudes livres, experimentando liberdade de pensamento e ação, sem se importar de forma rigorosa com que as pessoas vão achar ou opinar sob a vida, é preciso autoconhecimento para o amadurecimento pessoal. Sessões de psicoterapia, hipnose, coaching e outras técnicas podem ser muito úteis e libertadoras.


Adriana de Araújo é psicóloga

 

 

Leis que favorecem os idosos

 

Lei nº 2.796 de 17 de setembro de 1997:
Assegura aos cidadãos idosos (maiores de 65 anos) o ingresso gratuito em museus e casas de cultura depropriedade do Estado do Rio de Janeiro.

Lei nº 2.795 de 17 de setembro de 1997:
Autoriza o poder executivo do Estado do Rio de Janeiro a criar o"Programa de Vacinação para a terceira idade".

Leinº 2.536 de 08 de abril de 1996:
Dispõe sobre o conselho estadual de defesa dos direitos da pessoa idosa e dá outras providências.

Lei nº 2.456 de 6 de novembro de 1995:
Cria o ano estadual do idoso e torna obrigatória ao longo do período comemorativo a fixação da frase "Respeitar o Idoso é Respeitar a Si Mesmo – 1996 – Ano Estadual do Idoso".

Lei nº 2.454 de 31 de outubro de 1995:
Obriga os cinemas localizados no Estado do Rio deJaneiro a concederem desconto no preço do ingresso aos cidadãos maiores de 65 anos.

Lei nº 2.240 de 26 de julho de 1995:
Torna prioritário o embarque e desembarque dos maiores de 65 anos nos transportes coletivos do Estado.

Lei nº 2.200 de 18 de dezembro de 1993:
Cria a delegacia especial de atendimento às pessoas de terceira idade.

Lei nº 1.872 de 15 de outubro de 1991:
Dispõe sobre o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, entidade que tem como objetivo formular diretrizes e promover, em todos os níveis de Administração Pública Direta e Indireta, atividades que visem à defesa dos direitos dos idosos, à eliminação das discriminações que os atingem e a sua plena inserção na vida econômica, social e cultural do Estado.

Lei nº . de 23 de maio de 1991:
Concede desconto nos ingressos para espetáculos realizados nas salas de propriedade do Estado do Rio de Janeiro aos cidadãos de 65 anos.

 

 


Direção e Editoria
IRENE SERRA
irene@riototal.com.br