
Certo dia, trouxeram ao velho imperador da Áustria,
Francisco José, uma sentença de morte que tinha que assinar. Com a mão trêmula, pôs o
seu nome, mas, no mesmo instante, uma lágrima rolou do velho monarca sobre o papel e
apagou a assinatura.
O imperador dobrou o papel e, entregando-o a seu secretário, disse:
- Lágrimas apagam a culpa. Meu nome é ilegível e, portanto, sem valor. O réu está
anistiado.