Encontrando um dia, num dos enormes salões do Louvre, um desconhecido que
tinha o tipo e toda a aparência de um criado ou lacaio, para dizer-lhe
qualquer coisa, "le bon roi Henry", delicadamente, perguntou-lhe:
- A quem serve o senhor?
- Não sirvo senão a mim mesmo, - retorquiu o interpelado, em voz orgulhosa
e irritante.
- Pois então, permita-lhe dizer-lhe, replicou o rei, que tem um senhor
muito estúpido.