Sejamos pessoas que transformam os ambientes 


O colunista Sydney Harris conta uma estória, ocorrida quando acompanhava um amigo à banca de jornais. 

O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Harris sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro. 

Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou: " Ele sempre te trata com tanta grosseria? " 

- " Sim, infelizmente é sempre assim..." 

- " E você é sempre tão polido e amigável com ele? " 

- " Sim, sou." 

- " Por que você é tão educado, já que ele é tão inamistoso com você?" 

- " Por que não quero que ele decida como eu devo agir."


A implicação desse diálogo é que a pessoa inteira é  seu próprio dono
que ela não deve se curvar diante de qualquer vento que sopra;  ela não está à mercê do  mau humor, da mesquinharia,  da impaciência e da raiva dos outros. 
Não são os ambientes que a transformam, mas ela que transforma os ambientes.



Texto enviado por Marina Gurgel Valente

   
   
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