Consumir muita cerveja
altera nível de prolactina

Um copo de cerveja de 360 mililitros tem 13 gramas de teor de álcool. Já a mesma quantidade de uísque ou gim possui cerca de 112 gramas. Mesmo com um teor de álcool bem menor que o da bebida destilada, a cerveja deve ser consumida com moderação. Tudo porque seu consumo freqüente, ou em grande quantidade, pode alterar as taxas de prolactina, um hormônio responsável pela produção de leite. "Nenhuma outra bebida é capaz de provocar isso", diz a professora Maria Goretti Burgos, do Laboratório de Nutrição Experimental do Departamento de Nutrição da UFPE.

O percurso da cerveja no organismo segue o mesmo processo de qualquer outro tipo de álcool. A absorção da bebida acontece já nos primeiros goles, ao passar pela boca e esôfago. No estômago, a ausência de alimentos faz com que o álcool seja encaminhado diretamente para a circulação sangüínea, provocando uma embriaguez rápida. "Depois de entrar no sangue, ele é levado ao fígado", completa Goretti, lembrando que o órgão que mais absorve álcool é o intestino delgado.

Alguns estudos evidenciam que o alcoolismo está ligado a fatores genéticos. Outros mostram o consumo social de grandes quantidades de bebidas como o início de uma futura dependência. Segundo Goretti, pesquisas já comprovaram que 90% da população mundial bebem algum tipo de álcool.


Fonte: Jornal do Commercio

 

         
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