Dra. Helena Cid

SAL
   

No nosso país o consumo de sal é muito elevado. Diariamente gastamos cerca de 12g, o que contribui provavelmente para o elevado número de hipertensos e, também, de outras patologias vasculares, câncer de estômago e enxaquecas.

As recomendações apontam para valores entre os 5 e os 7,5g de sal por dia.

Passar gradualmente do teor de sal habitualmente utilizado até às quantidades recomendadas, requer uma adaptação progressiva. Comece por reduzir lentamente o sal na cozinha e, claro, não usar o saleiro à mesa. As ervas aromáticas e as especiarias em pequenas quantidades, são as melhores aliadas - mascaram a falta de sal e conferem um sabor característico, tornando os alimentos mais saborosos e apetitosos. Além disso, facilitam a sua ingestão. Marinar carnes e peixes, confeccionar os alimentos na panela de pressão ou no micro-ondas, são também algumas práticas úteis na redução do uso do sal.

Ao adicionar sal na confecção da comida, é bom não esquecer o sal (sódio) escondido nos alimentos, como por exemplo no presunto, lingüiça, salgadinhos, queijo, bacalhau, etc. O pão é outro alimento rico em sal. Felizmente, de alguns anos para cá, o seu teor de sal tem vindo a diminuir, já existindo mesmo variedade de pão sem adição de sal. Também não podemos esquecer que a grande maioria dos produtos processados industrialmente contêm muito sal (sódio) na sua composição, exemplo disso são as batatas fritas de pacote, os enlatados, os alimentos pré-cozidos, os salgados, etc. É boa norma ler com atenção os rótulos dos alimentos e escolher os produtos que contenham menores teores de sódio.

E não esqueça, uma alimentação rica em sal pode tornar-se inimiga da sua saúde. Por isso, moderação é palavra de ordem!


   

 

   
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