Ano 13 - Semana 692



 ARQUIVO dos
Pontos Turísticos

 

         10 de julho, 2010
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O Museu Nacional do Rio de Janeiro, localizado na Quinta da Boa Vista, oferece ao visitante uma área de 9.000 metros quadrados de exposições permanentes e temporárias, cursos de pós-graduação (Antropologia Social, Botânica e Zoologia) laboratórios de pesquisa, eventos, seminários, exibição de vídeos e atividades especiais para menores, inclusive carentes.
Reúne os maiores acervos científicos da América Latina e as peças que compõem as exposições abertas ao público, (cerca de três mil atualmente) são parte dos 20 milhões de itens das coleções científicas conservadas e estudadas pelos Departamentos de Antropologia, Botânica, Entomologia, Invertebrados, Vertebrados, Geologia e Paleontologia.
As exposições do Museu Nacional/UFRJ estão abertas ao público de terça a domingo das 10h às 16h.

Aqui, uma pequena mostra de ARQUEOLOGIA:
DETALHE DO ROSTO DO CAIXÃO DE SHA- AMUN- EN- SU

EGITO ANTIGO

COLEÇÃO EGÍPCIA DOS IMPERADORES D. PEDRO I E
D. PEDRO II

O acervo egípcio do Museu Nacional é o maior da América Latina e provavelmente o mais antigo das Américas. A maior parte dos objetos foi arremata em leilão pelo Imperador D. Pedro I, que os doou ao então Museu Real, fundado em 1818.



CULTURAS DO MEDITERRÂNEO
ENÓCOA CORÍNTIA COM TAMPACOLEÇÃO GRECO-ROMANA DA
IMPERATRIZ TERESA CRISTINA

Quando veio para o Brasil, a Imperatriz Teresa Cristina trouxe em sua bagagem, por iniciativa própria, algumas peças recuperadas nas escavações promovidas em Herculano e Pompéia. Algumas dessas peças faziam parte da coleção da Rainha Carolina Murat, irmã de Napoleão Bonaparte e esposa do Rei de Nápoles.  A maior parte desse acervo greco-romano chegou ao Brasil entre 1853 e 1859, mas continuou a ser enriquecido até a Imperatriz deixar o país em 1889, quando passou à guarda do Museu Nacional. A coleção é composta, hoje, por mais de 700 peças.


PRÉ-COLOMBIANA
VASO DUPLO ZOOMORFO Reúne um acervo precioso e representativo da produção têxtil, metalúrgica e ceramista das civilizações ameríndias, antes e depois do contato com as civilizações européias. Destacam-se, entre outros, o manto Chancay (de 3 metros de comprimento) e o módulo sobre mumificações da América do Sul – composto pelas múmias de uma mulher e duas crianças indígenas brasileiras, originárias de Minas Gerais; pela cabeça reduzida Jívaro; e pela múmia atacamenha de Chiu-Chiu, no Peru. Há também representações de animais, instrumentos musicais, adornos e peças ritualísticas e de metalurgia.

 

PONTAS DE PROJÉTILBRASILEIRA
A primeira sala do circuito é representativa do Brasil pré-histórico, apresentando artefatos de pedra e de ossos, pontas de projéteis utilizadas na caça, além de lascas e artefatos para raspar, gravar, talhar e furar.


sambaqui - ZOÓLITO EM FORMA DE PEIXEA segunda sala exibe artefatos dos antigos habitantes da costa, os sambaquieiros. Sambaquis são morros e morrotes artificiais construídos com conchas, ossos de peixes, aves, mamíferos e répteis, onde também se encontram esqueletos humanos com elaborados acompanhamentos funerários, restos de fogueiras, evidências de habitações, corantes e artefatos para pescar, caçar e preparar alimentos. As datações indicam que os sambaquis começaram a ser construídos há mais de 7 mil anos e foram abandonados mil anos antes da chegada dos europeus ao Brasil. Os maiores estão em Santa Catarina e chegam a ultrapassar 30 metros de altura. 

Cultura Santarém
A terceira e última sala deste circuito é representativa da grande diversidade da arqueologia brasileira, com artefatos produzidos por grupos Tupi-guarani e das culturas amazônicas Marajoara, Miracanguera, Maracá e Santarém – urnas funerárias, chocalhos, pratos, tigelas, tangas rituais, vasos, ídolos, muiraquitãs etc.





SOCIEDADE DE AMIGOS DO MUSEU NACIONAL
O Museu Nacional é uma instituição de ensino e pesquisa, que abriga vastas coleções de História Natural e Antropologia como base de suas exposições públicas e de um permanente trabalho de investigação sobre o patrimônio natural e social de nosso planeta.
A diversidade biológica e cultural da Terra vem sofrendo uma contínua degradação que empobrece as condições de nossa vida em comum: o conhecimento dessa diversidade é ferramenta fundamental para a manutenção de sua integridade.
As coleções científicas constituem uma amostragem da realidade biológica e sócio-cultural que assim passa a ser preservada e serve como fonte primária para estudos sobre a compreensão dessa intrincada teia de conhecimento sobre a Natureza e as Sociedades Humanas.

Vale a pena uma visita ao site www.museunacional.ufrj.br para descobrir as maravilhas que lá se encontram.


Textos e fotos retirados do arquivo do Museu Nacional.

 

Museu Nacional/UFRJ — Quinta da Boa Vista, São Cristóvão
CEP 20940-040 Rio de Janeiro, RJ, BRASIL
Telefone: (21) 2568-8262 Fax: (21) 2568-1352
E-mail: museu@acd.ufrj.br  

 

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