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O Museu Nacional do Rio de Janeiro, localizado na
Quinta
da Boa Vista, oferece ao visitante uma área de 9.000 metros
quadrados de exposições permanentes e temporárias, cursos de
pós-graduação (Antropologia Social, Botânica e Zoologia) laboratórios de pesquisa, eventos, seminários, exibição de vídeos e atividades
especiais para menores, inclusive carentes.
Reúne os maiores acervos científicos da América Latina e as peças que compõem as exposições
abertas ao público, (cerca de três mil atualmente) são parte dos 20
milhões de itens das coleções científicas conservadas e estudadas pelos
Departamentos de Antropologia, Botânica, Entomologia, Invertebrados,
Vertebrados, Geologia e Paleontologia.
As exposições do Museu Nacional/UFRJ estão abertas ao público de terça a
domingo das 10h às 16h.
Aqui, uma pequena mostra de
ARQUEOLOGIA:

EGITO ANTIGO
COLEÇÃO EGÍPCIA DOS IMPERADORES D. PEDRO I E
D. PEDRO II
O acervo egípcio do Museu Nacional é o maior da América Latina e
provavelmente o mais antigo das Américas. A maior parte dos objetos foi arremata em
leilão pelo Imperador D. Pedro I, que os doou ao então Museu Real, fundado
em 1818.
CULTURAS DO MEDITERRÂNEO
COLEÇÃO GRECO-ROMANA DA
IMPERATRIZ TERESA CRISTINA
Quando veio para o Brasil, a Imperatriz Teresa Cristina trouxe em sua
bagagem, por iniciativa própria, algumas peças recuperadas nas escavações
promovidas em Herculano e Pompéia. Algumas dessas peças faziam parte da coleção da Rainha
Carolina Murat, irmã de Napoleão Bonaparte e esposa do Rei de Nápoles. A maior parte desse acervo greco-romano chegou ao Brasil entre 1853 e 1859, mas continuou a ser
enriquecido até a Imperatriz deixar o país em 1889, quando passou à guarda
do Museu Nacional. A coleção é composta, hoje, por mais de 700 peças.
PRÉ-COLOMBIANA
Reúne um acervo precioso e representativo da produção têxtil, metalúrgica
e ceramista das civilizações ameríndias, antes e depois do contato com as
civilizações européias. Destacam-se, entre outros, o manto Chancay (de 3 metros de
comprimento) e o módulo sobre mumificações da América do Sul – composto
pelas múmias de uma mulher e duas crianças indígenas brasileiras,
originárias de Minas Gerais; pela cabeça reduzida Jívaro; e pela múmia atacamenha de
Chiu-Chiu, no Peru. Há também representações de animais, instrumentos
musicais, adornos e peças ritualísticas e de metalurgia.
BRASILEIRA
A primeira sala do circuito é
representativa do Brasil pré-histórico, apresentando artefatos de pedra e
de ossos, pontas de projéteis utilizadas na caça, além de lascas e
artefatos para raspar, gravar, talhar e furar.
A segunda sala exibe
artefatos dos antigos habitantes da costa, os sambaquieiros. Sambaquis são
morros e morrotes artificiais construídos com conchas, ossos de peixes,
aves, mamíferos e répteis, onde também se encontram esqueletos humanos com
elaborados acompanhamentos funerários, restos de fogueiras, evidências de
habitações, corantes e artefatos para pescar, caçar e preparar alimentos.
As datações indicam que os sambaquis começaram a ser construídos há mais
de 7 mil anos e foram abandonados mil anos antes da chegada dos europeus
ao Brasil. Os maiores estão em Santa Catarina e chegam a ultrapassar 30
metros de altura.

A
terceira e última sala deste circuito é representativa da grande
diversidade da arqueologia brasileira, com artefatos produzidos por grupos Tupi-guarani e das culturas amazônicas Marajoara, Miracanguera, Maracá e
Santarém – urnas funerárias, chocalhos, pratos, tigelas, tangas rituais,
vasos, ídolos, muiraquitãs etc.
SOCIEDADE DE AMIGOS DO MUSEU NACIONAL
O Museu Nacional é uma instituição de ensino e pesquisa, que abriga vastas
coleções de História Natural e Antropologia como base de suas exposições
públicas e de um permanente trabalho de investigação sobre o patrimônio
natural e social de nosso planeta.
A diversidade biológica e cultural da Terra vem sofrendo uma contínua
degradação que empobrece as condições de nossa vida em comum: o
conhecimento dessa diversidade é ferramenta fundamental para a manutenção
de sua integridade.
As coleções científicas constituem uma amostragem da realidade biológica e
sócio-cultural que assim passa a ser preservada e serve como fonte
primária para estudos sobre a compreensão dessa intrincada teia de
conhecimento sobre a Natureza e as Sociedades Humanas.
Vale a pena uma visita ao site
www.museunacional.ufrj.br para descobrir
as maravilhas que lá se encontram.
Textos e fotos retirados do arquivo do Museu Nacional.

Museu Nacional/UFRJ — Quinta da Boa Vista, São
Cristóvão
CEP 20940-040 Rio de Janeiro, RJ, BRASIL
Telefone: (21) 2568-8262 Fax: (21) 2568-1352
E-mail: museu@acd.ufrj.br
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Direção e Editoria
IRENE SERRA
irene@riototal.com.br
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