Importante:

Qualquer pessoa que sofra de paralisia, câncer,  lepra, AIDS e um série de outras doenças incapa-citantes, seja total ou parcialmente, tem direitos a isenções de impostos,  taxas, desconto no preço para compra de carros adaptados, passe  livre em metrô e transporte coletivo, remédios gratui-tos.

Entre os direitos que po-dem ser requeridos estão:

- Aposentadoria integral (mesmo sem contar com o tempo necessário  de contribuição ao INSS)
- Isenções de IR; CPMF; ContribuiçãoPrevidenciária
- Se houver deficiência física: isenção de IPI; ICMS; IOF e IPVA
- (isenção VITALÍCIA de IPVA) na compra de carro especial, ou adaptado. O preço do carro, nesses casos, cai em 30%. (trinta
por cento).
- Direito ao saque total de FGTS e fundos PIS ou PASEP.
- Direito da quitação de valor financiado (anterior à doença) para compra de imóvel.
- Atendimento médico domiciliar
- Remédios gratuitos; etc.

 


 

 

       15 de  maio, 2004
 

Placa Aterosclerótica

No processo de trombose da artéria, quer seja no coração, no cérebro, nas pernas, no olho, ou qualquer outro local, o inicio se dá por uma alteração do endotélio, que é a camada interna da artéria e segue com um depósito de gorduras até a formação de uma placa, que também é chamada de ateroma. O prof. Valentin Fuster (E. Unidos) fez uma palestra, no Congresso Mundial de Cardiologia, récem realizado no Rio de Janeiro, de 26/04 a 30/04/98, informando que, ao contrário do que se admitia, anteriormente, essa placa é vulnerável e sofre ulcerações e rupturas porque é muito "mole" pela alta quantidade de gordura depositada, que, por sua vez, libertam outros trombos que vão ajudar a entupir outras artérias menores. O que o Dr. Fuster verificou é que ao contrário do que poder-se-ia imaginar são as placas récem-formadas, as menores, que são mais vulneráveis. Esse fenômeno de ruptura é ativo e é uma reação do organismo contra a formação dessas placas, realizado pelos macrofagos, como se fosse um corpo estranho, portanto, uma proteína. É que a placa também é rica em tecido extracelular da matrix e celular do tecido muscular liso.

Quando essa ruptura ocorre na artéria coronária, fatores trombogênicos locais e sistêmicos podem agir, influindo no grau e tempo no qual o trombo poderá se fixar. Isso significa que o organismo, como um todo, luta contra a trombose, o que inclui um novo fator tecidual (TF) que tem uma interação com os macrofagos e os monócitos circulantes, no sangue, além dos fatores anti-coagulantes (anti-trombogênicos) É, pois, uma reação mediada por células e enzimas.

Essa luta contra esta reação é a novidade trazida no Congresso e atualmente, sobre o fato de se tentar ajudar o organismo com novos estímulos. O prof. Fuster também descobriu que as pessoas que já tomam medicamentos para reduzir o colesterol, diminuem o LDL-colesterol, e isso faz com que as placas formadas sejam mais moles, pois há maior aporte de colesterol líquido ou esterificado, hidrolizando os cristais de colesterol. A placa fica mais mole e a reação da defesa contra a placa desenvolvida pelo organismo, antes descrita, também é menor.

 

Fonte: Revista de Atualização Médica
 



    Direção
    IRENE SERRA
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