ARQUIVO

 


Importante:

Qualquer pessoa que sofra de paralisia, câncer,  lepra, AIDS e um série de outras doenças incapa-citantes, seja total ou parcialmente, tem direitos a isenções de impostos,  taxas, desconto no preço para compra de carros adaptados, passe  livre em metrô e transporte coletivo, remédios gratui-tos.

Entre os direitos que po-dem ser requeridos estão:

- Aposentadoria integral (mesmo sem contar com o tempo necessário  de contribuição ao INSS)
- Isenções de IR; CPMF; ContribuiçãoPrevidenciária
- Se houver deficiência física: isenção de IPI; ICMS; IOF e IPVA
- (isenção VITALÍCIA de IPVA) na compra de carro especial, ou adaptado. O preço do carro, nesses casos, cai em 30%. (trinta
por cento).
- Direito ao saque total de FGTS e fundos PIS ou PASEP.
- Direito da quitação de valor financiado (anterior à doença) para compra de imóvel.
- Atendimento médico domiciliar
- Remédios gratuitos; etc.

 


 

 

       13 de maio, 2005
 

Educação Postural

Érica Verderi

Não importa qual a etiologia, mas os problemas posturais se disseminam pela população em geral, já se manifestando na infância e adolescência. Os problemas na adolescência se desenvolvem a partir de 10 anos e uma criança sem orientação, pode adquirir vícios posturais, principalmente no manuseio com materiais escolares, nas atividades do dia-a-dia e nas aulas de Educação Física praticadas na escola.

A maior parte dos problemas com a nossa postura é resultado de efeitos acumulados de uma má postura, uma vida stressante, maus posicionamentos no trabalho, maus hábitos no dormir e levar uma vida sedentária. Poderemos dizer então, que os desequilíbrios são classificados como mecânicos, emocionais e orgânicos.

Podemos observar que por diversos fatores descuidamos de nosso corpo e muitas vezes sem conhecermos realmente seu funcionamento, utilizamo-lo de forma errada, causando-lhe danos.

A má postura é um hábito que adquirimos na nossa infância, portanto é fundamental que zelemos pela saúde de nosso corpo, e através de análises e observações diárias de nossas posturas possamos no dia-a-dia estar nos orientando e prevenindo os maus hábitos posturais. Devemos praticar uma atividade física, que nos dê autoconfiança com nosso corpo, devemos proporcionar conhecimento corporal que, transportados para o dia-a-dia,  possam melhor conviver com nossas necessidades diárias de uma forma mais saudável, sem agredi-lo.

O conhecimento do corpo deve iniciar-se na infância, quando a criança está em fase de desenvolvimento e seu corpo sujeito a transformações, porque depois, na fase adulta, sem a presença deste conhecimento, as pessoas terão maior dificuldade de educar posturalmente seu corpo. Atividades domésticas, digitadores, manicures e outros, são os que mais acarretam alterações posturais, causadas pelo uso repetitivo e inadequado de seus segmentos corporais.

            O que precisamos entender é que nossa função estática não é regida por músculos isolados, mas sim, por um conjunto de músculos que, alguns estudiosos se referem como “cadeias musculares”. Todo desequilíbrio ou desarranjos que ocorram nessas cadeias nos levará a um desequilíbrio do tônus muscular e conseqüentemente a má postura.

Dessa forma, considero importante um trabalho corporal de maneira a desenvolver não só habilidades corporais, mas também, uma educação postural que oriente os indivíduos para um trabalho corporal consciente e que ele saiba respeitar seu corpo, não exigindo dele além do necessário, realizando atividades que ele possa compensar seus esforços e evitar grandes males para um futuro próximo.

 Um corpo saudável é responsável pelo bom desempenho de todas as atividade diárias do ser humano, no entanto, a ausência de saúde leva o ser humano à um desequilíbrio físico, mental, social e profissional.

            Muitos sintomas como dores de cabeça, formigamento nos braços, dores em certas regiões do corpo, dores abdominais entre outras, tem sua origem nos desequilíbrios posturais. Porém, muitas pessoas, poderíamos dizer a maioria, não possuem essa informação e nem imaginam que as dores que estão sentindo são conseqüências  desses desequilíbrios e ficam “pulando de um médico para outro”, em busca de melhores resultados.

Não pretendo, nem digo que um programa de educação postural seja a última forma contra os problemas posturais e esforços repetitivos, mas talvez  possamos estar  subsidiando uma proposta de rico conteúdo para a educação postural do nosso corpo, esteja ele na escola, em casa, no trabalho, no clube, etc. E, acima de tudo, estar contribuindo para uma melhor qualidade de vida. “PRATIQUE ESTA IDÉIA!”

 

Érica Verderi é Professora de Educação Física


 



    Direção
    IRENE SERRA
     irene@riototal.com.br