BANHO NO PREMATURO É PREJUDICIAL



O banho nos bebês normais tem sido descrito como algo prazeroso, pois lembra o ambiente líquido e quente característico do útero materno.

K. Peters e colaboradores, da Universidade de Alberta (Canadá), estudaram 14 bebês prematuros, que nasceram com 745 a 1830 g, que não tinham problemas respiratórios e nenhum problema neurológico, mas estavam na Unidade de Terapia Intensiva para observações.

Os pesquisadores monitorizaram os batimentos cardíacos e a saturação de oxigenação sangüínea desses prematuros, antes e depois de terem tomado banho com esponja.

Todos apresentaram elevação do número de batimentos cardíacos e uma queda da saturação de oxigênio sangüíneo que implicou, para 9 deles, no aumento da concentração do oxigênio do ambiente.

Os pesquisadores consideraram esses parâmetros como demonstrativos de um stress fisiológico que se repetido muitas vezes pode atrapalhar no crescimento e desenvolvimento desses prematuros.

Assim, os autores perguntam se esse "banho" é realmente necessário?

Revista de Atualização Médica
   

 

 



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