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Dor de cotovelo tem cura
Especialista explica os benefícios do tratamento com ondas de
choque
Quem pensa que ‘dor de cotovelo’ é apenas um estado emocional
está enganado. A epicondilite é uma doença muito comum em
atletas, também conhecida como ‘cotovelo de tenista’ – embora
também esteja presente em meio ao pessoal do escritório e na
população sedentária. Nos Estados Unidos, atinge nove milhões de
pessoas. A dificuldade de movimentar o braço, por conta de uma
forte dor no cotovelo, é um fator limitante de inúmeras
atividades, sejam elas profissionais ou de lazer, inclusive em
esportes de arremesso, tênis e golfe, por exemplo.
De acordo com o médico fisiatra Carlos Mandelik, a dor na
epicondilite é causada por uma lesão no tendão localizado na
parte lateral do cotovelo, daí ser chamada de ‘epicondilite
lateral’. “O diagnóstico da doença é clínico. Até bem pouco
tempo atrás, quem sofria de dor crônica costumava usar splints (órteses),
tomar analgésicos e antiinflamatórios, se submeter a
infiltrações e inúmeras sessões de fisioterapia, ou até mesmo
partir para a cirurgia”.
Mandelik diz que, principalmente depois que o FDA (Food and Drug
Administration) aprovou o equipamento de ondas de choque, os
pacientes passaram a ter acesso a um tratamento não-invasivo,
que dispensa anestesia, quase sem contra-indicações, e que provê
alívio da dor geralmente após a primeira aplicação – são
necessárias três aplicações com intervalos de uma semana entre
elas. “As ondas de choque são aplicadas no local da lesão,
ativando a microcirculação e promovendo a reparação do tecido
cronicamente inflamado”.
Dr. Carlos Henrique Mandelik, médico fisiatra de Belo
Horizonte (MG)
www.dolorclast.com.br
Direção
IRENE SERRA
irene@riototal.com.br
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