Ano 13 - Semana 684



Alho

Alicina, a substancia conti-da no alho responsavel pelo seu odor forte, é realmente um poderoso antioxidante. Alho é capaz de combater certas infec-ções devido ao seu poder antibacteriano, antiviral e antifúngico. Muitas vezes é capaz de aniquilar bac-térias resistentes a alguns antibióticos, alem de com-bater certos parasitas in-testinais, sem se falar na conhecida propriedade protetora e estimuladora das defesas imunológi-cas.
O alho ajuda na dilatação dos vasos sanguineos, melhorando o fluxo circu-latório de forma geral. É um forte aliado na pre-venção e tratamento da hipertensão arterial (pres-são alta), protegendo o organismo contra ataques cardíacos e derrame ce-rebral.

Leia mais sobre o alho, aqui.


 

 

       15 de maio, 2010
 

Benefícios da avaliação pré-anestésica


Toda cirurgia engloba riscos, e alguns deles estão relacionados à anestesia. Ainda que seja um procedimento bastante seguro, há sempre uma pequena chance de acontecerem intercorrências. No entanto, muitas delas podem ser prevenidas por meio de uma consulta prévia com o médico anestesiologista e realização de exames pré-operatórios.

Esta consulta faz parte de uma normatização do Conselho Federal de Medicina (CFM), de 2006, que tornou obrigatória a avaliação pré-anestésica antes de qualquer procedimento cirúrgico eletivo.

Segundo o dr. Fernando Martins, durante esta avaliação é possível ao médico obter informações sobre doenças prévias e respectivos tratamentos pelos quais o paciente já passou, características individuais que podem influenciar o manejo anestesiológico durante a anestesia e até mesmo prever eventuais dificuldades.

“A avaliação pode ser feita durante uma consulta pré-anestésica, na qual o paciente responderá perguntas relacionadas às medicações utilizadas, uso de drogas e alergias que possa ter, além de passar por exame físico”, explica.

Se o anestesiologista julgar necessário, exames complementares como de sangue e de imagem poderão ser solicitados, adianta dr. Fernando. “Ca-so o paciente tenha outros exames anteriores, o ideal seria levá-los ao consultório para servir como parâmetro de comparação em relação aos exames recentes”.

No caso de crianças, são importantes também in-formações sobre as condições da gestação e do nascimento, além do desenvolvimento intelectual e psico-motor.

“Quando não havia avaliação pré-anestésica, o contato do paciente com o anestesiologista acontecia somente momentos antes da cirurgia. Essa falta de relacionamento gerava in-segurança em ambas as partes. Hoje, após a lei, um elo de confiança entre o paciente e o anestesiologista foi tecido, qualificando o serviço prestado e valorizando o papel do profissional”.

Por este motivo, orienta que todos os pacientes com cirurgia agendada se-jam avaliados por um anestesiologista, preferencialmente em consultório ou, se não for possível, logo após a internação hospitalar, antes da cirurgia.

“Em caso de cirurgia de emergência, a obrigatoriedade da avaliação pré-anestésica é revogada, pois há necessidade de intervenção operatória imediata. Contudo, mesmo nos casos de urgência, se houver tempo hábil, por menor que seja, o anestesiologista deve tentar obter o maior número de informações possíveis sobre o paciente, por meio da família ou de acompanhante”, alerta.
 


Direção e Editoria - Irene Serra