Ano 16 - Semana 796


 

Chocolate quente e pres-são alta
Recente pesquisa publica-da na revista American Medical Association´s Archive acabou de sugerir que deliciar-se com uma xícara de chocolate quente na hora de se deitar pode ajudar a diminuir a pres-são arterial e proteger o organismo contra ataques cardíacos e derrame ce-rebral. Em alguns casos, pode ser tão eficaz quanto usar remedios para con-trole da hipertensão. Essa propriedade do chocolate se deve à presença dos polifenóis e flavonoides que parece agirem na regulação da pressão arterial e que, consequen-emente, protegem contra os problemas cardio-circu latorios. Esta mesma pesquisa constatou que os efeitos benéficos do cho- colate sobre a pressão arterial se mostraram após 2 semanas de uso continuo. Em suma, o es-tudo concluiu que tomar chocolate quente pode re-duzir o risco de derrame cerebral em 20% e de do-enças das coronarias em 10%. É importante saber como fazer uso dessa for- ma de tratamento, isto é, sem abusos para que efei tos colaterais tais como aumento de peso e suas consequencias possam sur gir e atrapalhar os bons resultados.
(Dr. Sergio Vaisman)








 

 


 

 

      20 de julho, 2012
 

Amamentação reduz gordura corporal
mesmo décadas após o parto


Pesquisa mostrou que para cada seis meses de amamentação, houve uma redução de 1% no IMC das mães a longo prazo

Mulheres que amamentam seus filhos têm um menor índice de massa corporal (IMC), mesmo décadas após o parto, de acordo com pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

A pesquisa, publicada no International Journal of Obesity, revela que quanto mais filhos uma mulher tem, maior sua chance de engordar. No entanto, o excesso de peso foi menor em mulheres que haviam amamentado, independentemente de quantas vezes elas tinham engravidado.

O estudo mostrou que para cada seis meses de amamentação, houve uma redução de 1% no IMC, mesmo depois de considerarem outros fatores conhecidos por afetar a obesidade como falta de exercício e fumo.

"Nossa pesquisa sugere que apenas poucos meses de amamentação pode reduzir o risco de obesidade na vida adulta. A redução no IMC pode parecer pequena, mas se espalhada por toda a população do Reino Unido pode significar menos cerca de 10 mil mortes prematuras por década por condições relacionada à obesidade, tais como diabetes, doenças cardíacas e alguns tipos de câncer", observa a pesquisadora Dame Valerie Beral.

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que a amamentação pode ajudar as mulheres a perder peso acumulado durante a gravidez nos meses imediatamente após o nascimento, mas poucos estudos têm abordado a relação a longo prazo.

Para o trabalho, os pesquisadores avaliaram 740 mil mulheres com idade média de 57,5 anos e IMC médio de 26,2 kg/m2.

A maioria das mulheres teve pelo menos um filho e destes 70% haviam amamentado, em média, durante 7,7 meses.

Apesar dos resultados positivos, a equipe afirma que mais pesquisas são necessárias para descobrir se esse efeito é observado em outras populações, particularmente nos países em desenvolvimento.

Fonte: ISS saúde

 



    Direção
    IRENE SERRA
     irene@riototal.com.br