Ano 12 - Semana 652
 


Sobre depressão

- Depressão
- Depressão e medica-mento menos tóxico
- Depressão e stress
- Depressão sazonal e fo-toterapia

 

 


 

 

   03 de outubro, 2009
 

Dores no corpo podem ser sintomas da depressão

Segundo previsão da OMS, as doenças causadas pelo estresse serão, em dez anos, a principal causa de incapacitação para o trabalho no mundo.

Uma dessas doenças, a depressão, avança em ritmo acelerado e traz consequências à economia mundial. No Brasil, segundo pesquisa da Federação Mundial para a Saúde Mental (World Federation for Mental Health), chamada "Depressão, a verdade dolorosa", 64% das pessoas deprimidas faltam ao trabalho.
 

Você sabia que dores de cabeça, nas costas ou mesmo distúrbios gastrintestinais podem ser sinal de depressão? Poucos sabem da relação dos sintomas físicos com a doença, que acomete 121 milhões de pessoas em todo o mundo*. Uma pesquisa realizada com 377 pacientes indica que 72% desconhecem que dores vagas ou difusas são sintomas da depressão, sendo que 30%** deles apresentam os sintomas físicos dolorosos por mais de cinco anos antes de receberem diagnóstico apropriado.

Quadros de depressão como estes necessitam de tratamento que combine o alívio dos sintomas emocionais e dolorosos. É o caso da duloxetina, uma moderna opção medicamentosa que age nos sintomas emocionais (tristeza, ansiedade, humor depressivo) e físicos (fadiga, dores vagas e difusas no corpo), além de apresentar bom perfil de tolerabilidade, aspecto importante para uma medicação que geralmente necessita ser utilizada por períodos longos.


Sobre a depressão

A causa da doença ainda é desconhecida, mas uma das teorias mais aceitas é que a depressão é conseqüência de uma disfunção no sistema nervoso central, que diminui e desequilibra as concentrações de dois neurotransmissores (a serotonina e a noradrenalina).
A serotonina e a noradrenalina são neurotransmissores responsáveis pelo equilíbrio das emoções e da percepção a estímulos dolorosos relacionados à depressão.

Apesar do difícil diagnóstico e da gravidade da doença, existem tratamentos eficazes atualmente. Os mais comuns envolvem psicoterapia e medicamentos e, para que haja o desaparecimento completo dos sintomas, é preciso que seja aplicado um tratamento completo. Um dos mais recentes antidepressivos, a duloxetina, tem dupla ação, aumentando e balanceando os níveis de serotonina e noradrenalina no cérebro. Por isso, atua sobre os sintomas emocionais (tristeza, ansiedade, humor depressivo, perda do interesse, ideação suicida) e físicos (fadiga, perda de energia, alteração de peso e sono, dores de cabeça, nas costas, no pescoço, entre outras) da doença, proporcionando significativa melhora na qualidade de vida do paciente. A duloxetina foi estudada até o momento em mais de 6.000 adultos com depressão e é comercializada em mais de 40 países.

É importante ressaltar, porém, que não se deve usar nenhum medicamento sem prescrição e rigoroso acompanhamento médico. Os pacientes com depressão devem também ser encorajados a modificar seus hábitos diários: realizar atividades físicas regulares, manter um período satisfatório de sono diário, ter uma boa alimentação e evitar o uso de substâncias como anorexígenos, álcool e tabaco.


Referências

* Dados da Organização Mundial da Saúde.
* Pesquisa “Depressão: A verdade dolorosa”,  efetuada pela Harris Interactive entre 21 de Fevereiro e 11 de Abril de 2005.

 



    Direção
    IRENE SERRA
     irene@riototal.com.br