Ano 13 - Semana 678

 
   
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Atualizado em 03/04/2010
 

Sem desculpas:
existe tempo para os exercícios físicos


Christian Barbosa

A maratona diária em que vivemos não é uma atividade esportiva, mas uma corrida contra o tempo que tem como objetivo tentar fazer o máximo de tarefas possíveis, pessoais ou profissionais, em apenas 24 horas. Trabalho, estudos, compromissos, família. Muitas vezes esquecemos que cuidar da nossa saúde é vital para darmos continuidade a essa rotina dinâmica, e, para tanto, a falta de tempo não é mais desculpa. Não acredita?

Estudo realizado por um grupo na Universidade McMaster, Canadá, revelou que é possível ter importantes ganhos mesmo com poucos minutos de atividade física diária. Isso significa que, se administrarmos de forma eficiente o nosso dia, além de mantermos o ritmo de cumprimento das atividades voltadas para a carreira, também podemos dedicar um tempo para nosso bem estar. Segundo a pesquisa, realizar dez séries de apenas um minuto de bicicleta, com um minuto de descanso entre elas, três vezes por semana, são tão eficientes na melhoria da musculatura quanto à prática de muitas horas de exercícios convencionais de longa duração. São menos de 30 minutos para manter-se em forma.

Ótimo, não? Se você pretende mudar seu dia a dia e iniciar uma vida mais saudável, existem algumas tarefas que podem ser realizadas e organizadas para otimizar seu tempo no trabalho e conquistar esse momento para suas atividades físicas.

Seguem algumas sugestões de como alcançar essa melhoria.
 


Páscoa não pode passar sem chocolate, mas o consumo deve ser moderado


 

Em véspera da Páscoa é impossível não resistir à tentação de comer chocolate. Há no mercado vários tipos e sabores, chocolate ao leite, branco, com castanha de caju ou passas. Mas o ideal é consumir com cautela, pois o excesso de chocolate pode causar mal a saúde.

O chocolate é um alimento feito essencialmente de cacau, mas contém também alguns outros ingredientes adicionais, como gordura, cálcio, magnésio, cafeína, vitaminas como a E, B1, B2, B3, B6, B12, cafeína, entre outros. O seu consumo pode agilizar o raciocínio, e até liberar alguns hormônios que dão a sensação de bem-estar, como a endorfina e a serotonina, o que explica a sensação de alívio que pessoas que sofrem de ansiedade encontram no consumo do chocolate.

A ingestão moderada também pode auxiliar no combate aos radicais livres, que provocam o envelhecimento precoce. E ainda possui flavonóides, que são antioxidantes que impedem que o colesterol se acumule nas artérias, auxiliando o bom funcionamento do sistema circulatório.

Mas seu consumo em excesso pode trazer vários danos à saúde, como o ganho de peso, diarréias, e até piorar a saúde cardiovascular. É importante lembrar que o chocolate tem na sua composição altos níveis de açúcar e gorduras, que consumidos em demasia irão prejudicar o organismo.

Ainda há aqueles que têm sensibilidade aos ingredientes do chocolate. Esta sensibilidade pode se manifestar de várias formas, desde processos alérgicos leves às enxaquecas e insônias. Neste caso o ideal é diminuir ou até eliminar o consumo da dieta.

Os que tem intolerância ao glúten ou a lactose, devem redobrar a atenção e ficar de olho nos rótulos. E cuidado especial àqueles chocolates que têm adição de cereais, alguns podem conter glúten. Uma opção para estes casos são os chocolates feitos a base de pó de soja, encontrado em lojas especializadas. E mesmo os diabéticos devem consumir com moderação os chocolates diet, pois são ricos em gorduras e calorias.

Nesta época do ano é essencial redobrar os cuidados com as crianças pois, como ganham muitos ovos e bombons, é importante dosar o consumo diário e dividir os presentes em pequenas quantidades ao longo dos dias. Este cuidado pode evitar diarréias, dores de cabeça, agitação devido à cafeína e também impedir a alteração da dieta. Afinal as crianças necessitam de outros alimentos e nutrientes e não devem deixar de fazer as principais refeições devido ao consumo do chocolate.


Doutor Maximo Asinelli (CRM-Pr 13037)
Médico Nutrólogo
Endereço: Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, Curitiba/PR.

 

 

Convulsão febril

A crise convulsiva febril (CCF) não é considerada hodiernamente como epilesia. É também conhecida como "Crise termógena" ou "Crise hipertérmica". Ocorrem em crianças de 6 meses a 6 anos de idade, no decorrer de hipertermia (38o ou acima), sem que haja lesão do neuraxe. O exame neurológico e complementares intercrise são normais. "Quase sempre" é benigna. Desaparecem após os 5 para 6 anos. Estes pacientes não apresentam previamente crises convulsivas afebris. Devem ser analisados com objetividade e sem idéias preconcebidas. É incorreto considerar todas as CCF como benignas, assim como as crianças que a tiveram venham a ser futuramente epiléticas. São rápidas. Generalizadas (tônica, clônica ou tônico-clônica) ou focais - em 4 a 5% dos casos. Quando duram mais de 30 minutos constituem o que chamamos de Estado de mal febril. A incidência maior ocorre em crianças com menos de 2 anos de idade (+ 70%) e predomina no sexo masculino.

 

A continuação deste artigo está aqui.



 


 


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