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Cochilo estimula aprendizagem
O cochilo leva a aprendizagem para além de onde estava antes da soneca.
Espanhóis,
mexicanos e habitantes de diversos outros países costumam tirar uma boa siesta
logo após o almoço. Mas o hábito não ajuda apenas a descansar e a fugir do calor
do meio do dia. Cochilar também estimula a aprendizagem, segundo indica um novo
estudo.
A pesquisa, feita por cientistas da Universidade da Califórnia em Berkeley, foi
apresentada neste domingo na reunião anual da American Association of the
Advancement of Science (AAAS), em San Diego, nos Estados Unidos.
De acordo com o trabalho, uma hora de cochilo durante o dia é capaz de restaurar
e até mesmo de ampliar os processos cognitivos. Por outro lado, quanto mais
horas um indivíduo permanecer acordado, mais “preguiçoso” se torna o seu cérebro
– perder uma noite de sono derrubaria a capacidade de armazenar novas
informações em cerca de 40%.
– O sono não apenas corrige os prejuízos decorrentes de longos períodos de
privação do sono, mas, em nível neurocognitivo, leva a aprendizagem para além de
onde estava antes da soneca –, disse Matthew Walker, um dos autores da pesquisa.
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Convulsão
febril
A crise convulsiva febril (CCF) não é
considerada hodiernamente como epilesia. É
também conhecida como "Crise
termógena" ou "Crise
hipertérmica". Ocorrem em crianças de 6
meses a 6 anos de idade, no decorrer de
hipertermia (38o ou acima), sem que
haja lesão do neuraxe. O exame neurológico e
complementares intercrise são normais.
"Quase sempre" é benigna. Desaparecem
após os 5 para 6 anos. Estes pacientes não
apresentam previamente crises convulsivas
afebris. Devem ser analisados com objetividade e
sem idéias preconcebidas. É incorreto
considerar todas as CCF como benignas, assim como
as crianças que a tiveram venham a ser
futuramente epiléticas. São rápidas.
Generalizadas (tônica, clônica ou
tônico-clônica) ou focais - em 4 a 5% dos
casos. Quando duram mais de 30 minutos constituem
o que chamamos de Estado de mal febril. A
incidência maior ocorre em crianças com menos
de 2 anos de idade (+ 70%) e predomina no sexo masculino.
A continuação deste artigo está aqui.
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