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Café filtrado há 100 anos
A senhora Melitta Bentz, ocasionalmente recebia queixas de seu marido quanto ao
gosto do café servido, que variava muito e às vezes tinha até gosto de mofo.
Analisando o problema, ela chegou à conclusão de que o causador deveria ser o
coador de pano. Ele deixava passar partículas de pó que causavam uma
desagradável sensação ao tomar café, e por ser usado inúmeras vezes, continha
resíduos dos cafés já feitos anteriormente, que se impregnavam no pano alterando
o sabor da bebida.
Com a visão lógica de uma dona de casa, a senhora Melitta partiu para a solução.
No fundo de uma caneca de latão fez vários furos, recortou um pedaço redondo de
mata-borrão e usou-o para cobrir o fundo da mesma. O resultado foi o primeiro
Filtro Melitta do mundo. Um café mais gostoso, com sabor sempre igual e
agradável de se tomar, entrou para a história.
Tudo isso aconteceu no ano de 1908, em Dresden, uma pequena cidade do norte da
Alemanha.
A história da Melitta no Brasil começa em 1968, no bairro de Santo Amaro, em São
Paulo. A Melitta ingressa no País onde o cafezinho e o coador de pano fazem
parte da cultura nacional. O conhecido pioneirismo da empresa iniciava-se com a
introdução do Filtro de Papel Melitta no mercado - com papel filtrante importado
- junto ao porta-filtros de plástico Melitta. Os hábitos começaram a mudar.
Enviado por Helga Szmuk

Direito de voto feminino
Há 76 anos que a mulher brasileira ganhou o direito de votar nas eleições
nacionais obtido por meio do Código Eleitoral Provisório, de 24 de fevereiro de
1932. Mesmo assim, a conquista não foi completa. O código permitia apenas que
mulheres casadas (com autorização do marido), viúvas e solteiras com renda
própria pudessem votar.
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